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Coisas (des)Interessantes

Não penses que o mundo, a vida ou o tempo, te vão devolver alguma coisa daquilo que fazes. Nem tens de pensar isso sequer! Simplesmente faz!

Coisas (des)Interessantes

Não penses que o mundo, a vida ou o tempo, te vão devolver alguma coisa daquilo que fazes. Nem tens de pensar isso sequer! Simplesmente faz!

29
Jan18

Mais um nova étapa

mudadelinha

Quando escolhi o meu mestrado não sabia muito bem aquilo de gostava ou não e, digo-vos, que foi uma decsão difícil, porque eu não sabia mesmo o que escolher. Escolhi Direito do Trabalho e não me arrependo nada mas, ao longo, deste último ano que passou, sempre me assustou a parte da tese, porque não fazia ideia da área/tema que queria escolher. As pequenas ideias que tinha e que fui apontando eram temas que já tinham sido estudados em teses e queria fazer algo diferente, inovador, um tema que não fosse tão comum mas que fosse inovador.

 

Depois de muito pensar, a decisão não se mostrou difícil e decidi ir falar com uma professora, para ela me esclarecer melhor, e com o intuito de perceber se tinha interesse no meu tema para poder ser ou não a minha orientadora de tese.

 

O meu tema de tese vai versar sobre os Acidentes de Trabalho e a minha principal ideia, que neste momento ainda se encontra em construção, é fazer um paralelismo entre os Acidentes de Trabalho no setor privado e os Acidentes em serviço no setor público. Acho que tenho pano para mangas, muito por onde virar, por isso queria delimitar melhor essa ideia, pelo menos centrá-lo mais, concretizá-lo melhor e não ser tão geral.

 

Estou mesmo muito entusiasmada. O inicio desta nova étapa aproxima-se, estou com aquele nervosinho miudinho mas muito orgulhosa por ter conseguido chegar até aqui, e que esta étapa seja concluído com sucesso também.

29
Jan18

(Parte) Das minhas leituras para 2018

mudadelinha

Depois de 29 dias de 2018 ter começado, venho partilhar as leituras que estabeleci para este ano. Não são muitas, muito pelo contrário, mas também não quero estabelecer uma meta muito grande quando sei que, possivelmente, nem esta vou cumprir.

 

A minha ideia para 2018 é acabar aquilo que não acabei em 2018, fora isso é não sair da minha zona de conforto, ou seja, não arriscar com novos estilos, nem com autores dos quais não conheço muito, porque não quero deixar incompleto 2018 como deixei o ano passado.

 

Desta maneira:

 

  1. O primeiro livro que quero acabar, que já comecei há muito tempo, é A Saga de Um Pensador, de August Cury. O livro preferido do L. e que ainda não o acabei.
  2. O segundo livro que quero acabar de reler, porque já é a segunda vez que o leio, e é dos meus livros preferidos é Uma dose de droga uma grama de esperança, de Daniel Oliveira. 
  3. O terceiro livro que quero acabar de ler, comecei e não o acabei (mais um não é?) é a Sombra do Vento, de Carlos Ruiz Zafón

 

A lista de livros inacabados já acabou, pelo menos não me estou a lembrar de mais nenhum, se descobrir algum que não acabei de ler, venho aqui partilhá-lo. Depois disso, espero sugestões dentro dos livros que tenho. Estou a pensar ler mais uma vez os Maias de Eça de Queirós, porque tenho muitas saudades daquele livro. 

 

Depois disso, quero ler mais um ou dois livros do Eça de Queiróz, talvez a Reliquia e o Crime do Padre Amaro. Quero ler pela primeira vez Amor de Perdição de Camilo Castelo Branco. 

 

Como disse, não me vou alongar mais na lista, porque não sei se, fora os três primeiros, consigo concluir o resto.

 

Se ao passarem por aqui e tiverem alguma sugestão, ficarei eternamente grata. 

Fiquem desde já a saber que adoro historinhas lamechas, romances, romances históricas, fições levezinhas, dentro disso. Nada de thriller, policiais.

O que acham desta lista? Gostam? Já leram algum dos aqui referi?

 

Boa semana :)

 

27
Jan18

Apaixonei-me por um casaco amarelo

mudadelinha

Na altura do natal, numa visita à Lefties, apaixonei-me perdidamente por um casaco amarelo. O L. aproveitou a circunstância e, como é tipico de um homem, não sabia o que me havia de dar, lá trouxe o casaco amarelo. MAS! Enganou-se no número e trouxe-me um tamanho M. Eu sou uma pessoa que mede 160cm e pesa 45kg e veste XS, com alguma sorte S ou M. Mas, o casaco ficava-me incrivelmente grande e eu ficava a parecer um saco de batatas. 

 

Lá o fui trocar mas, quando entro na loja, já não havia o meu número em nenhuma loja da marca. DESILUÃO! É tão raro eu apaixonar-me assim por alguma coisa que senti aquela facada no coração. Triste lá trouxe o mesmo casaco em azul-marinho, que também é bonito diga-se e me enche as medidas, e adoro azul marinho.

 

Menos de um mês depois, numa ida à lefties com a minha irmã, que precisava comprar não-sei-o-quê, vejo o casaco exposto e quando me aproximo, o primeiro casaco no conjunto deles era de que tamanho?? S.

 

Desde então ando numa luta interior para não ir lá gastar 40€ naquele casaco, mas sempre que passo perto a vontade é de pegar nele e trazê-lo comigo para casa. Mas não vou fazê-lo até ele descer de preço! 

 

5804352681_1_1_2.jpg

(este é o casaco, não encontrei o amarelo no site, acho que já não há, os que estão à venda devem ser os últimos)

 

27
Jan18

A saga de um estágio de advocacia (primeira parte de muitas)

mudadelinha

O estágio de advocia é como se fosse automático depois da licenciatura em direito. Tira-se uma licenciatura em direito e a saída mais fácil, mais rápida e que funciona quase que automaticamente é inscrevermo-nos na ordem dos advogados, começarmos o estágio e sermos advogados. Antes de tudo, a brincadeira não fica barata, para me inscrever paguei setecentos euros (limpinhos!), mais vinte e cinco euros para pedir a certidão de nascimento no registo, a acrescer a cinco euros pelo certificado do registo criminal. Depois, ser advogado(a) não é o sonho de todas as pessoas que estudam direito, bem pelo contrário, não é o meu. Mas, adiante.

 

Quando começei a escrever neste blog queria, previamente, que ele não fosse um sitío onde viesse apenas contar as coisas boas e maravilhosas que me acontecem. Há dias maus, há dias que nada corre bem, que nada corre como queremos e sobre os quais precisamos falar e escrever. Escrever para mim é a saída mais fácil, não tenho um grande leque de amigos nem de pessoas com quem possa falar frequentemente sobre tudo o que me acontece.Vai daí que conto-vos esta minha experiência.

 

A aventura não tem sido fácil, bem pelo contrário, tem sido dificil, rochosa, desinteressante e uma desilusão. Nada que não soubesse atenção, mas que decidi dar o benifício da dúvida. Vá-se lá saber mas às vezes podia correr bem e gostar daquilo. Mas não. Sinto o olhar de desilusão e de reprovação da família e amigos quando me perguntam se estou a gostar e a minha resposta é automática, fria e cruel "Não estou a gostar!". Os meus pais, que têm lidado com esta fase tanto como eu, são as pessoas que mais me têm apoiado, e o que seria de mim sem eles nestes dias? Eu que me estou sempre a queixar, que nunca me dei propriamente bem com eles, discutimos e gritamos, mas são sempre eles que lá estão para me atender o telemóvel a qualquer hora, para me ver e ouvir chorar, para me confortar e dizer que tudo melhora, para me dar força e dizer que o caminho não vai ser fácil, mas que nunca me vão abandonar. 

 

Não tem sido fácil, espero que o vento comece a correr na direção certa, que me traga esperança mas, principalmente, que me traga certezas daquilo que quero fazer, daquilo que gosto, porque trabalharmos numa coisa que não gostamos é fustrante.

 

A aventura há-de continuar, aguardem novos capítulos. Sou uma pessoa otimista, não desisto ao primeiro obstáculo, mas desanimo.

É isso que tem caracterizado os meus dias e não tem sido nada fácil.

26
Jan18

Boas noticias

mudadelinha

2018-01-26.png

 

Quatro artistas que adoro. Dois dos quais já vi, mas que não me importo de ver quantas vezes tiver oportunidade para isso. Com datas que me é possível ir ver, com preços acessíveis, perfeito!

Há três anos literalmente obriguei o L. a ir ver comigo o António Zambujo e o Miguel Araújo ao coliseu do Porto. Foi das melhores noites da nossa história e se eu já os adorava ficou um carinho eternamente especial. A música "Rancho Fundo" será, de forma eterna, uma das músicas que me marcou e ao L. 

Eles já vieram cá depois disso, aliás já estiveram em Vila do Conde, mas nunca tivemos hipótese de os ir ver novamente, por isso estamos eufóricos e lá estaremos felizes e ansisos.

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