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Coisas (des)Interessantes

Coisas (des)Interessantes

19
Jun13

Fazer ou não fazer / Ir ou não ir

mudadelinha

Sou uma daquelas pessoas que entre fazer e não fazer, ou ir e não, eu faço e vou sempre. Entre arrepender-me e, pensar no que podia ter feito, prefiro mil vezes arrepender-me. Não vou viver descansada se souber que não fiz tudo o que pude.

 

Há pessoas que, ás vezes, ficam um bocadinho admiradas com esta minha ideia de me atirar de cabeça, mas acabam por me dar razão. Normalmente, elas andam dias e dias a pensar "Vou ou não, não sei se ele/ela merece, mas eu até queria ir, mas ele/ela não merece." A minha resposta é sempre "Se não fores, nunca vais saber. Queres viver com um 'e se'?" Elas acabam sempre por ir ou por fazer, e por dar-me razão, porque sem irem ou fazerem nunca o iriam saber como poderia correr.



16
Jun13

No tittle

mudadelinha

Quando somos crianças, temos o pequeno vicío de pedir ás nossas mães um irmão. Não sei se isto se passou só comigo, mas acho que não, já ouvi amigos e colegas, que passaram pela mesma fase.

 

Quando eu era pequena, tinha uns 3/4 anos, pedia muito á minha mãe um irmão. Queria um rapaz, que se chamasse Ricardo, porque era um nome que eu gostava. A minha mãe, não sei se para me satisfazer o pedido ou não, deu-me uma irmã, uns anos mais tarde. Não me importei que fosse uma menina e, não um menino. Eu queria era um irmão/irmã para eu poder brincar. Mas, fiquei seriamente desiludida, porque não pude escolher o nome do bebé. Queria que ela se chama Carolina e, a minha mãe chamou-lhe Beatriz.

 

Eu dei-me por satisfeita, afinal já tinha um bebé para eu poder brincar. Mas mais tarde, quando me apercebi que a minha irmã também crescia, como todas as pessoas, foi uma enorme desilusão, porque já não conseguia pegar nela ao colo, ou passeá-la no carrinho, dar-lhe a sopa e, o leite, que eu tanto gostava. E, aos poucos e poucos, começaram as típicas "picardias" entre irmãs, porque eu queria o que era dela e, ela o que era meu. Ela tinha ciúmes meus e, eu ciúmes dela.

 

Começamos, então, a pedir outro irmão á minha mãe, mas desta vez queríamos um Ricardo, porque já estavamos fartas de nos aturarmos uma á outra e, queríamos um amigo. E, reparem, desta vez éramos duas a pedir. Uma dizia que tava farta de sermos poucas pessoas no Natal, a outra dizia que não gostava da irmã, porque ela não lhe empretava as barbies. Enfim, coisas de crianças. Lógicoo, que a minha mãe nunca nos deu irmão nenhum, nem nada parecido. Ela dizia que se um dia nos desse um irmão, que o rapaz seria tratado pior que um nenuco, e que as crianças não são bonecos. Bonecos nós já tínhamos que chegassem.


Foi uma desilusão muito grande na minha vida e, na da minha irmã, quando nos começamos a aperceber que a minha mãe nunca nos daria mais nenhum irmão, por motivos de saúde e, pela idade claro. Então, depois de uma grande conversa entre irmãs, decidimos revirar a conversa e pedir... um cão claro! Mas, queriamos um cão pequenino e fofinho, não queriamos um cão qualquer.


O ano passado quando a Barbie chegou a minha casa, ninguém sabia como tratar o animal, porque nunca tivemos um cão tão pequenino. Ela media menos que um palmo das nossas mãos, tinhamos medo de a calcar e de a magoar. Tremia e, encolhia-se toda, cheia de medo.


Já passou um ano e, não há melhor maneira de descrevermos a maneira como a tratamos. Ela é o nenuco, o irmão ou irmã, que a minha mãe nunca nos deu. Só que tem 4 patas.


Claro que não lhe mudo as fraldas, nem a passeio em nenhum carrinho de bebé, nem lhe dou o leite e a sopa. Mas, substituimos esses gestos, por outros com o mesmo significado. Ela dorme connosco, brinca, está sempre dentro de casa e, é como se fosse mais que um irmão, é alguém da família, que já não sabemos viver sem ela.

 



16
Jun13

Semana de loucos

mudadelinha

A minha época de exames, do semestre de Verão, já começou á 2 semanas. Começou com o exame de Direito das Obrigações, que não correu como eu queria e, com o exame de Teoria Geral da Relação Jurídica, que já correu melhorzinho e, acho que é desta que consigo a positiva tão esperava, tendo em conta que já reprovei duas vezes com 9 valores e, é muito fustrante.

 

Entretanto esta semana tive exame de Direitos Reais e, podia ter corrido melhor, mas este por culpa minha, podia ter estudado mais. Admito que não dei o meu melhor e, possivelmente o resultado também não vai ser o melhor.

 

Mas, a semana que passou foi de loucos, principalmente este fim de semana. Durante a semana perdi três vezes 5€, perdi a minha carteira, esqueci-me diversas vezes do meu estojo (coisa que me deixa fora do sério) e, na sexta-feria não sabia do meu Bilhete de Identidade e, da minha Carta de Condução. 

 

Para quem tem exame amanhã de Direito Fiscal (Grrrrr...) não tive tempo de por os miolos em ordem. Na sexa-feira á noite, foi a festa final de ano da minha mãe e, tive de a acompanhar, para ela não ir sozinha. Cheguei a casa eram 01.00h, para no sabádo ir trabalhar ás 12:00h, até ás 17h. 

Ontem, sabádo, dia 15, além de estar a trabalhar até ás 17h, tive uma festa de anos, da minha melhor amiga, que faz anos hoje, e ficava a sentir-me um bocadinho mal, caso não marcasse presença. Lá cheguei eu a casa a tarde e, a más horas para estudar alguma coisa.

Hoje, tive uma comunhão, da qual estou a tirar uns minutos de descanso agora.

 

Estou cansada, preciso dormir, preciso tirar umas férias das pessoas. MEU DEUS, esta gente quer-me matar!

06
Jun13

Há duas coisas que me estão a irritar hoje:

mudadelinha
  • As pessoas, hoje em dia, já não sabem o que é senso comum. Eu passo a explicar, não se gradece, não há educação, não há respeito, reconhecimento, consciência ou, consideração. E não, isso nem sempre se aprende na escola.

  • Em segundo lugar, o ponto é o seguinte: andei vários meses a fio a amealhar dinheiro para comprar livros. Onde? Na feira do livro do Porto. O que é que acontece, a Feira do Livro este ano não se vai realizar no Porto. Até aqui já nada está bem. Mas, pior que isso. Eu sou do Porto, Vila do Conde, nomeadamente. Quando soube desta "fantástica" notícia, ainda pensei ir até Lisboa uns dias, ou até um dia, propositadamente para visitar a feira do livro. A verdade, é que ir até á capital não me compensa nadinha, uma vez que o dinheiro que andei a juntar para comprar livros, seria para pagar o bilhete de comboio, ou o depósito do carro, para a alimentação e, muito possivelmente a estadia. Sinto-me revoltada, porque ando o ano todo á espera da Feira do Livro, como todos os estudantes esperam a Queima das Fitas, conhecem a sensação? É essa. E não é justo, não é mesmo nada justo!

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