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Coisas (des)Interessantes

Não penses que o mundo, a vida ou o tempo, te vão devolver alguma coisa daquilo que fazes. Nem tens de pensar isso sequer! Simplesmente faz!

Coisas (des)Interessantes

Não penses que o mundo, a vida ou o tempo, te vão devolver alguma coisa daquilo que fazes. Nem tens de pensar isso sequer! Simplesmente faz!

04
Mar18

Pequenos excertos da obra de August Cury, A Saga de Um Pensador

mudadelinha

" Falcão, fitou vagarosamente o amigo e, como se estivesse estivesse iluminado, disse: 

- Há dois tipos de Deus: um Deus que criou os homens, e outro que os homens criam. Para mim, esses filósofos não acreditavam no Deus criado pelos homens. Eles foram contra a religiosidade da sua época, que dilacerava os direitos humanos, mas não eram ateus puros. Todavia, não posso falar por eles."

 

"- A maioria dessas pessoas vive porque respira. Já não perguntam "quem são", "o que sou". Estão entorpecidas pelo sistema. O ser humano actual não ouve o grito da sua maior crise. Cala a sua angustia porque tem medo de se perder num emaranhado de dúvidas sobre o seu próprio ser. No começo do século XX, a ciência prometeu ser o deus do homo sapiens e responder a essas perguntas. Mas traiu-nos.

- Porque é que nos traiu?

- Primeiro, porque não desvendeu quem somos; continuamos a ser ume enigma, uma gota que por um instante aparece e logo se dissipa no palco da existência. Segundo, porque, apesar do salto na tecnologia, ela não resolveu os problemas humanos fundamentais. A violência, a fome, a discriminação, a intolerância e as misérias psíquicas não foram debeladas. A ciência é um produto do ser humano e não um deus do ser humano. Use-a e não seja usado por ela."

 

" - A sabedoria de um ser humano não é definida pelo quanto ele sabe, mas pelo quanto ele tem consciência de que não sabe..."

 

" Realmente, o choque poderia ser insuportável, ponderou Marco Polo. Mas falharemos cem por cento das vezes que não tentarmos, reflectiu. "

 

" - Os nossos comportamento afectam de três modos as pessoas: alteram o tempo delas; alteram a sua memória, atrvés do registo desses comportamentos; e alteram a qualidade e frequência das suas reacções. Alterando o tempo, a memória e as reacções das pessoas, modificamos o seu futuro, a sua história."

 

" - O conhecimento humanista produz ideias. As ideias produzem sonhos. Os sonhos transformam a sociedade..."

 

"Acima de tudo, os médicos, bem como todos os profissionais de saúde, devem ser vendedores de sonhos. Pois se conseguirmos fazer os nossos doentes sonharem, ainda que seja com mais um dia de vida ou como uma nova maneira de ver as suas perdas, teremos encontrado um tesouro que os reis não conquistaram..."

 

 

Este livro tem 317 páginas, estou na 183. Não é o meu género de livro, daí o tempo que me levou a continuar a sua leitura, mas parece-me que se torna mais interessante a meio, pelo menos foi o que senti. Tem passagens geniais, tem citações maravilhosas, mas é muito filosófico. Para quem gostar deste género de livro, que envolva psicologia e filosofia, como é o caso do L. que me aconselhou esta leitura, este é o autor ideal.

 

Quando acabar a sua leitura dou a minha opinião.

 

03
Mar18

2018 é ano de destralhar

mudadelinha

E preciso mesmo muito de me livrar de mais de de metade da tralha que juntei aos longo destes anos todos. 

 

Este é um dos principais objetivos para o ano em que estamos. Expliquei um bocadinho melhor a sua razão de ser nos objetivos que traçei para 2018 e é muito fácil de o entender. Aliás, basta mostrar-vos um bocadinho do meu quarto, e dos meus arrumos, está assustador. 

 

Sou uma pessoa um bocadinho agarrada a recordações e lembranças, imprimo fotografias, guardo papéis, mensagens, prendinhas, latas, caixas, guardanapos, fitas, copos, bonecos, cadernos, estojos e afins. Além de tudo o que já tenho porque gosto, como livros, cadernos, blocos, folhas, capas e aquelas coleções estúpidas que todos fizemos uma vez na vida (ou se calhar não!) como caixas de gelados, etiquetas de roupa, revistas, jornais. Nem vos consigo dizer tudo o que tenho enfiado no meu quarto porque nem eu me lembro! 

Nestes últimos anos, tenho tentado desapegar-me dessa tralha toda, principalmente recordações. As melhores recordações estão connosco e não em tralha que trazemos de todos os lados, está nas fotografias, no coração e nas memórias. Então, sempre que tento arrumar, procura ficar apenas com o essencial, aquilo que me custa mesmo muito deitar ao lixo e que me é muito especial. O critério é mesmo esse: é essencial e muito especial. Tudo o resto, analiso e estudo uma forma de reciclar ou de reaproveitar, se não hoiuver nada a se fazer o destino é o lixo.

 

Ao longo dos anos em que estive na faculdade ia-me organizando com dossiers, ou seja, à medida que ia estudando e fazendo os exames, separava tudo, de forma muito organizada por dossiers e outros organizadores parecidos. Mas, como não tinha muito espaço no meu quarto para me organizar e para arrumar tudo (ter tinha mas lá está... tudo cheio de tralha e também não tinha dossiers suficientes para tudo), no fim de cada semestre, tirava tudo de cada dossier, empacotava, ou simplesmente arrumava no meu armário, para dar outra utilidade ao dossier e não ter de comprar outro.

 

Ao fim de uns aninhos, esta brincadeira não resultou. Não tenho nada organizado em lado nenhum, de nenhuma disciplina e ando sempre a precisar de coisas dispersas, documentos ou legislação e que não consigo encontrar ou para encontrar preciso virar o quarto do avesso.

 

Depois de muitos anos a chatear que precisava de mais alguma coisa no meu quarto para me organizar, o género de uma estante, o verão que passou decidi comprar duas estantes no IKEA e ainda bem que trouxe duas porque a minha ideia inicial era só trazer uma, mas achei que uma não chegaria (e não realmente!). A verdade é que trouxe as estantes para casa, lá as montei e durante dias a fio fiquei a olhar para elas como um burro a olhar para um palácio, porque nem sabia por onde começar. Nem sabia, nem sei, sou sincera.

 

Mas lá comecei. Comecei por arrumar lá todos os meus livros, livros de leitura como hobbie e não livros de profissão, que não são poucos, e no fim, lá coloquei os livros de direito. E as estantes ficaram completas! Senti-me frustrada com aquilo, ainda tinha tanto para arrumar e já não cabia lá mais nada. Por momentos, pensei que precisava de outra estante, mas já não tinha espaço para mais uma. Desisti da ideia de arrumar, desmotivei, pensei mesmo que nunca conseguiria arrumar aquilo da maneira que eu tinha idealizado.

 

Esta frustração levou-me a ficar parada mais não-sei-quantos meses. No final do ano decidi que tinha de mudar isso, que tinha de decidir o que queria fazer com o meu quarto. Acumular mais e mais ou fazer uma grande arrumação a tudo, dar uso ao que tenho, poupar ao parar de comprar coisas que tenho e não preciso mais e talvez dar metade do que não uso. Prevaleceu a segunda opção, logicamente, mas continuei sem saber por onde começar. Até agora, fui mexendo numa coisinha ou outra, tirando um livro, mas posto outro logo a seguir, ou seja, continuou tudo igual.

 

fico realmente triste com isso, porque tenho tentado aos poucos dar outros rumos à minha vida e sei que, relativamente a este, preciso mesmo pensar e mudar alguma coisa. Tenho conseguido e muito bem cumprir o objetivo de não comprar se ainda tenho, e usar aquilo que tenho. Comprar só quando estiver a acabar ou mesmo quando acabar. É um ponto a favor pelo menos não tenho acumulado nada desnecessário.

 

Hoje começei. Começei numa ponta e espero acabar na última. Pode ser que este fim de semana acabe, ao contrário ficará adiado para o próximo. Inicialmente, pensei em tirar fotografia ao antes e ao depois, mas achei que era um bocadinho pessoal e optei por não o fazer. 

 

Outro dos objetivos associados a este é tentar reaproveitar, reciclar coisas ao invés de deitar ao lixo. Tenho tirado ideias do pintarest e de outros sitios, mas também aceito ideias, são mesmo bem-vindas!

 

Precisava mesmo muito escrever sobre isto para encontrar a motivação precisa.

Alguém com o mesmo problema?

 

 

 

 

02
Mar18

O entretenimento dos últimos dias

mudadelinha

As séries que vejo estão paradas, comecei a ver La Casa de Papel, mas só vi o primeiro episódio até à data. O L., como moço que gosta de ver animes, anda a ver Oliver e Benji desde o início, bonecos animados da minha infância e da dele também. Como nunca temos muito tempo para ver séries juntos, e o pouco que vemos são as séries que passam na Fox, enquanto ele via fui pousando os olhos e acabei por ver os últimos episódios com ele. 

 

Foi desta e começei a ver sozinha tudo de inicio. Já vão uns aninhos que não via Oliver e Benji e a magia é a mesma. Não são os melhores desenhos animados do mundo, mas têm ali qualquer coisa de especial.

 

 

Conhecem? Gostam?

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