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Coisas (des)Interessantes

Coisas (des)Interessantes

14
Abr18

A primeira parte da nossa primeira viagem a dois

mudadelinha

Ando para escrever sobre este assunto há séculos, mas quando começo a escrever não me sai nada, porque nunca sei em concreto o que quero falar. Pensei então começar por escrever como decidimos, escolhemos o sítio, os nossos medos e afins, para depois contar a viagem propriamente dita. Um aviso importante: a história destas férias remonta a 2016, finais de outubro, inícios de novembro, mais concretamente.

Namorávamos há dois anos e tínhamos trabalhado o verão todo juntos e ao longo de todo o verão só o ouvia dizer “Este ano quero ir de férias!” e andava sempre com isto, bastava falar-se em férias, praia e sol e ele dizia sempre o mesmo. Nunca tinha ido de férias com ninguém, namorado, amigos, sozinha, só com os meus pais e uns amigos dos meus pais, pelo que não conta, porque de forma independente nunca o tinha feito, ao contrário dele que já foi de férias com os amigos mais que uma vez. Então, custava-me a crer que fossemos a algum sitio, porque o meu orçamento era realmente baixo naquele ano e não me podia por a sonhar com férias, se bem que todos os dias pensava na hipótese, mas parecia-me sempre demasiado remota. Até porque naquele ano tudo indicava que ele teria férias muito tarde para podermos ir fazer praia para um sítio económico. Quando começamos mesmo a por hipótese de irmos a algum lado, os sítios que nos surgiam eram incertos pela razão que mencionei, estávamos em finais de outubro, inícios de novembro, e arriscarmos em sítios como Palma de Maiorca, Menorca, Tenerife, Canárias e outros que pensámos era como darmos um tiro no escuro, porque o clima nesses sítios naquela altura já não era para se fazer praia e apanhar sol. Tentei convence-lo a fazermos umas férias diferentes e cheguei mesmo a ver preços para cidades europeias e fazermos uma viagem mais cultural, mas ele nunca cedeu, teimou até à última que queria praia e sol, o que até me agradava porque naquele verão quase que não tinha feito praia e porque adoro.

Lembro-me perfeitamente do momento em que dei de caras com a viagem que acabamos por fazer e da minha reação. Deixei até à última a decisão se íamos ou não a algum lado fora de Portugal, eu estava cheia de medos, normais de quem nunca foi de férias com o namorado e com ninguém mesmo. Quando me decidi que queria ir de férias, que tinha orçamento para isso, que podia estar descansada com isso, lá comecei a ver preços. Aliás, antes de começar a ver os preços, vi as datas e comecei a fazer uma suave pesquisa meteorológica, apesar de incerto acabou por me dar umas luzes se teríamos alguma sorte ou nenhuma. A melhor hipótese parecia ser Palma de Maiorca, os sites indicavam que estaria sol todos os dias e apesar de não estar um calor de morrer, a temperatura rondaria os 20/25ºC, o que me pareceu muito bom para a altura.

Numa das minhas muitas pesquisas, encontrei uma viagem, nos dias que queríamos, que achei muito barata, 170€ (acho!) para os dois. O voo para Palma era direto e num horário razoável e o voo para o Porto tinha uma escala de um dia em Madrid, que pensei que podíamos aproveitar a oportunidade para conhecer Madrid, já que nenhum conhecia e naquela escala tínhamos mais que tempo para o fazer. A viagem encontrava-se aquele preço, suponho, pela altura e por serem os últimos lugares, diz uma pouco entendida no assunto. Acabou por ser aquela mesma viagem que compramos logo no dia seguinte e lembro-me perfeitamente de ter recebido o email de confirmação da companhia aérea e ter pensado “Vamos mesmo! Oh meu deus como é que vai ser?”.

Foi a nossa primeira viagem a dois, para um país que não o nosso, e com todas as incertezas possíveis à mistura. Digo-vos que o meu principal medo e penso que o dele também era que não nos dessemos bem, ou que fossemos completamente incompatíveis em qualquer coisa que desconhecíamos. E esse era mesmo o meu principal medo. Já tínhamos ido passar um dia ao Gerês só os dois, já tínhamos ido a Dornes no anterior e até passamos lá a noite, mas uma coisa é passar um dia, uma noite, outra é passar 5 dias com a mesma pessoa, eu pelo menos acho que são coisas diferentes.

Ele acabou por tratar do hotel, e foi também a primeira vez que trabalhamos com o Booking, mais um medo à mistura. Todos nos diziam que era muito seguro, mas até termos a nossa experiência não sabemos se é ou não. Felizmente foi e ficamos mesmo felizes com isso, adoramos o hotel, os funcionários, a limpeza, a localização, a comida, o pequeno almoço, tudo, e não ficou nada caro que foi o que mais nos satisfez. A escolha estava mais que aprovada!

Hoje rimo-nos disto, mas tivemos mesmo MUITA sorte para quem foi de férias para Palma de Maiorca em Novembro, porque apanhamos 4 dias de praia maravilhosos e no último dia começou a chover quando estávamos já a chegar ao hotel para vir embora. Fizemos praia todos os dias e o único senão era que o dia já era muito pequeno, começava a anoitecer perto das 16.30h/17.00h e à noite arrefecia um bocadinho, mas andamos todos os dias de calções à noite e todos os dias íamos molhar os pés ao mar porque a temperatura da água era maravilhosa.

Adoramos Palma, diz-se que não devemos voltar aos sítios onde já fomos felizes, mas estamos ansiosos por lá voltar. Fomos muito felizes em Palma e concordamos os dois com isso, por nós tinhamos lá ficado, mas é tão bom voltar a casa também. Numa próxima vez espero contar os que andamos por lá a fazer nos ¾ dias que lá estivemos.

 

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Esra fotografia é do meu telémovel e é das minhas preferidas.

 

 

13
Abr18

Histórias de uma infância feliz

mudadelinha

Não sei explicar porque é que nunca me lembrei de escrever este post antes, quando era miúda adorava contar estas histórias a meio mundo e, bem, era sempre a risota porque nunca ninguém se acreditava em mim, achavam que era completamente inconcebível, mas hoje, sexta-feira 13, tinha de partilhar alguns dos meus maiores azares em criança.

Sempre fui uma criança muito traquina, não sabia estar quieta no meu lugar, brincava com tudo e com todos e, agora que penso nisso, fui mesmo uma criança muito feliz. Os meus pais deixaram-me ser, tanto a mim com à minha irmã mais nova, muito sonhadoras e brincalhonas também. Os tempos eram outros e os meus pais nunca foram de nos dar todos os brinquedos, apesar de ter tido muitos brinquedos e muitos jogos, o que nos davam implicava sempre a nossa imaginação e isso criou em mim uma espécie de submundo, como se vivesse noutro planeta, acho sinceramente que é uma coisa que falta muito às crianças de hoje, a possibilidade de sonharem e de brincarem com o nada, ou de terem de inventar brincadeiras para se divertirem. Isso fez de mim quer uma criança muito feliz como muito sonhadora. Ao longo da minha infância sonhei ser tudo, quis ser veterinária, professora, cabeleireira, juíza, educadora de infância, quis ser tudo basicamente. Se me fizessem essa pergunta todos os dias, todos os dias teriam uma resposta diferente, porque a minha imaginação falava por mim.

Derivado dessa imaginação e dos sonhos que criava deu muitas dores de cabeça aos meus pais quando era pequena, ao contrário da minha irmã que sempre foi mais calma e mais reservada.

Quando era pequena adorava ir às compras com os meus pais. Normalmente íamos sempre ao hipermercado ao sábado de manhã e à tarde eles levavam-me ao parque. Num desses sábados que sabia que íamos às compras, e eu precisava de uma escova dos dentes nova, ou seja motivo de completa excitação para uma criança, os meus pais foram em primeiro para o carro, para o tirar da garagem. As escadas da minha primeira casa eram em forma de caracol e no fim das escadas tinha um pequeno tubo por onde passava água, por qualquer motivo que desconheço. Quando ouvi o carro a ligar pensei que os meus pais iam sem mim e que ficava em casa de castigo sozinha, então desci as escadas quase a voar, nunca mais pensei no tubo que atravessava o fim das escadas. Resultado da história, tropecei por cima do tubo e caí de cara no chão. Fiquei toda magoada, mas a minha cara ficou mesmo em mau estado. Já não fomos às compras, fomos diretos ao hospital, conclusão da história.

Logo aos 5 anos de idade, numa ida ao S. João, na nossa cidade (Vila do Conde tem um S. João maravilhoso digo já!), os meus pais deixaram-me ter um martelo com um apito. Que maravilha, eu adorava os martelos com apitos! Mas naquele dia o azar falou por mim! Sempre fui trapalhona, desde que me lembro, e ia a correr com o martelo nas mãos, um bocadinho mais à frente dos meus, quando tropecei nos meus próprios pés (quem nunca?) e enfiei o martelo dentro da minha boca, a parte do apito já agora! Não quero causar imagens perturbadoras em vocês porque a história teve um final feliz. Fui operada de urgência naquele mesmo dia e os médicos conseguirem salvar o meu céu da boca, mas fiquei com uma cicatriz gigante, que não me faz confusão nenhuma porque não se vê, nem me deixou sequelas graves na fala. Mas os meus pais apanharam o susto da vida deles, a minha mãe conta-me que naquele dia vestia um casaco muito bonito cor-de-rosa claro que ficou vermelho, ficou cheio de sangue. A história agora tem piada, na altura não teve logicamente.

Uns anos mais à frente, tinha eu os meus 8/9 anos, não me lembro precisamente, no magusto, andava a brincar com os meus amigos e na altura faziam-se fogueiras nos recreios da escola (não sei se ainda se faz, mas creio que não!) e no meio da brincadeira entrou-me uma faúlha para dentro de um olho. No momento não dei conta do sucedido, mas passado umas horas quando cheguei a cara, o meu olho estava assustador. A minha mãe quando chegou a casa levou-me logo ao hospital e tinha queimado não-sei-o-quê do olho, mas nada grave porque conseguiram retirar a tempo. Não sei se foi desde essa altura, mas passado uns tempinhos comecei a ver mesmo muito mal, uso óculos desde os 10 anos. Os médicos disseram à minha mãe que foi uma sorte não ter ficado cega daquele olho. Mais um susto!

No meio de mais não-sei-quantas histórias que podia contar e das tantas vezes que os meus correram comigo para o hospital a mais grave foi quando parti a cabeça. Nunca parti nenhum membro do corpo, só a cabeça, grave! A casa onde moro hoje estava em construção e na primeira visita que fizemos a casa estava toda em cimento ainda, e o poço também. Na altura devia-me achar alguma animal saltitão e juntamente com a minha irmã decidi saltar um dos poços de um lado ao outro. Não correu muito bem porque não cheguei ao outro lado e fiquei pelo caminho a escorregar sangue da cabeça. Levei 13 ou 14 pontos e a minha mãe quase morria de ataque cardíaco.

Podia contar mais mil histórias porque, como disse, sempre dei algumas dores de cabeça aos meus pais, ao contrário da minha irmã. Hoje rimo-nos destas histórias, na altura não foram muito engraçadas porque até os médicos no hospital já nos conheciam.

No fim, sei que fui uma criança muito feliz, que os meus pais sempre me deixaram sonhar, antes me tivessem deixado sonhar menos, porque às vezes chegamos à conclusão que tanto eu como a minha irmã crescemos numa espécie de bolha, a leste do mundo real. Mas também acho que as crianças precisam sonhar e brincar, precisam inventar e imaginar. Acho que isso é fundamental para uma criança e tem-se perdido ao longo dos anos o que é triste.

 

Mais histórias de infância por aí? Acho delicioso quando se fala em brincadeiras de infância e histórias engraçadas que aconteceram a todos.

12
Abr18

Das coisas do amor

mudadelinha

Temos passado por tanto juntos que quando sinto o abraço apertado do L. sinto que o meu mundo desaba todo ali e que todos os nossos problemas são minúsculos ao lado do que sentimos um pelo outro e o quanto lutamos juntos por tanta coisa. Digo-lhe muitas vezes que melhor lugar do mundo é estar dentro daquele abraço e ele ri-se, envergonhado. Mas o meu mundo pára efetivamente ali, naquele abraço, enquanto sinto aquele cheiro que me descansa e aquele barba que adoro mas que me irrita. Outras vezes sonho acordada com o abraço dele e espero ansiosamente por aqueles cinco minutos do dia, ou pelo dia, ou a hora, em que vou poder abraçá-lo. Só nunca chega a hora de não o largar mais, porque podíamos ficar eternamente ali, naquele abraço. O abraço dele resolve tudo, todas as dores, todas as preocupações, todos os problemas. Mas transmite esperança, quando me larga porque tem de ser, porque temos os nossos compromissos e as vidas não param ali, infelizmente, transmite-me fé e esperança de que o vou continuar a ter e de que aquele é e sempre será o melhor sítio do mundo.

 

Hoje, 12 de Abril de 2018, pensamos que namoramos há 3 três anos. Nunca tivemos um dia, uma data, não ligamos a isso, mas sabemos que este dia foi especial porque foi o que dia que nos beijámos pela primeira vez, então teimo em dizer que este é o dia em que começamos a namorar, mas não é, porque não sabemos quando foi. Rimo-nos muito com isto porque ele diz que começamos a namorar em Maio, eu acho que começamos a namorar em Agosto, acabamos por concluir que já éramos apaixonados um pelo outro há mais tempo que isso, e que essa data não simboliza nada. 

 

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Imagem retirada do Pinterest

 

11
Abr18

Metas para ser mais organizada

mudadelinha

Considero-me organizada e muito perfecionista, em contrapartida sou muito preguiçosa, dou-me muito ao cansaço, e uma coisa não ajuda a outra, porque tento manter tudo organizado, mas acabo sempre por ter dias que deixo tudo como está, não quero saber de nada e só quero dormir e comer. Depois deixo tudo acumular-se porque não me apetece naquele dia, nem nos seguintes, e quando me apercebo está tudo uma confusão. Isto passa-se com tudo na minha vida, sou exatamente assim em relação à gestão do meu tempo, se por um lado dá-me um prazer imenso fazer as coisas com tempo, com calma e descontração, quando me dá a preguiça deixo tudo para a última, depois ando a correr de um lado para o outro, esqueço-me de tarefas e de coisas que eram importantes, confundo datas e compromissos, e isso deixa-me furiosa, se há coisa que me deixa furiosa é isso!

Este ano com a mudança toda que vai na minha vida, uma das metas que defini logo no inicio foi tornar-me uma pessoa mais organizada, ou seja, aperfeiçoar a minha organização. Vou partilhar alguma das etapas que tenho tentado cumprir e que até tem corrido bem:

  • Cedi à tentação e passei a ter só um bloco de notas, uma agenda e nos últimos dias ando com um caderninho minúsculo que digo que é a agenda do blog, para não misturar tudo no bloco de notas que fico uma confusão não muito engraçada.
  • Manter sempre o quarto arrumado e limpo – limpo o quarto uma vez por semana, normalmente ao fim-de-semana, gosto de o fazer ao sábado se estiver por casa, caso contrário ao domingo de manhã. Tento não deixar para o dia seguinte o que posso fazer no momento: arrumo a roupa quando a dispo, quando tenho roupa passada a ferro para arrumar, quando ando com roupa em cima da cadeira.
  • Faço a cama todos os dias e reduzi o número de almofadas que tinha na cama. Já não me lembro onde li isso, mas li algures pela internet um artigo sobre o que nos fazia mal ter no quarto, e não é que eu acredite solenemente nisso, mas aceitei a sugestão de ter poucas ou mesmo nenhumas almofadas em cima da cama. E gosto da ideia porque é menos uma coisa a ocupar a espaço.
  • Se tiro uma coisa do sitio, quando já não preciso dela volto a coloca-la no sitio dela. Isto passa-se mais com a roupa como já falei e com os livros. Se tirei um livro da estante e já não preciso dele, volto a arrumá-lo, para ele não ficar ao montante e depois não saber onde o pus.
  • Etiquetas – ainda não pus esta ideia em prática, mas a minha ideia é por etiquetas ou marcadores em todas as gavetas e portas que tenho no quarto, para saber onde está tudo.
  • Tenho também utilizado mais o calendário e o bloco de notas do telemóvel, para apontar ideias e para agendar coisas mais em cima de hora. Quero acabar por usar o calendário do telemóvel para tudo, porque dá muito mais jeito para o dia a dia, mas para já é assim que tenho feito.
  • No meu guarda-vestidos colei calendários feitos por mim e o terem sido feitos por mim parece que me obriga a olhar para eles, e aponto lá coisas como trabalhos que vou fazendo, tenho lá as aulas da ordem e foi por esta razão que os fiz.
  • O que vou citar agora já o faço há muito tempo, tem sido o meu segredo do sucesso, como se tivesse muito, mas em tudo o que tenho faço isto e é o grande segredo para organizar o meu tempo e todas as tarefas: aproveito todos os espacinhos de tempo que tenho, no metro, num café, antes das aulas, depois das aulas, sentada num banco,nos intervalos das aulas, em qualquer sitio, às vezes 10 minutos fazem toda a diferença e acreditem que fazem mesmo. Aproveitar todo o meu tempo livro e fazê-lo produtivo faz com que consiga ter tempo para descansar e para mim e ainda que não desperdice tempo, quando desperdiço tempo é a descansar.

 

Se, entretanto, tiverem sugestões aceito-as como todo o gosto porque ainda há muito para mudar!

 

 

 

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