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Coisas (des)Interessantes

Não penses que o mundo, a vida ou o tempo, te vão devolver alguma coisa daquilo que fazes. Nem tens de pensar isso sequer! Simplesmente faz!

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16
Mai18

O segredo das entrevistas de trabalho

mudadelinha

Estou a ficar perita em entrevistas de trabalho, à quantidade delas que já fui. Inicialmente, ficava nervosa e toda excitada, quando me ligavam ou mandavam email. Aquele nervoso miudinho, a espera pelo dia e pela hora, sem saber o que me iriam perguntar ou o que iriam querer saber sobre mim. Quase sempre as perguntas são sobre o meu percurso académico e a minha experiência profissional, tão diversificada (vá-se lá saber o porquê!). Deve ser engraçado olhar para o meu currículo, penso nisto de todas as vezes que carrego no botão enviar e me candidato a uma determinada vaga.  Hoje, ter uma entrevista de trabalho é igual ao litro, tento ir calma e tranquila e não pensar muito no assunto, aliás não penso no assunto sequer. Vou estar a massacrar-me a pensar para quê? Não me adianta de nada, não me faz ir nem mais nem menos preparada. Sei o meu currículo de trás para a frente e da frente para nós.

Já me perguntaram de tudo nas entrevistas de trabalho e sai-me sempre o tiro ao lado. Se de umas vezes me perguntaram se sei para o que me estou a candidatar, de outras vezes perguntam-me se conheço a empresa ou o escritório, se sei em que áreas trabalham e o que fazem. Já fui entrevistada por uma, por duas, por três e por quatro pessoas. De quase todas as vezes foram entrevistas individuais, mas já me aconteceu ter uma entrevista de grupo e não foi muito agradável. Aliás, saí de lá quase a chorar e com uma vontade gigante de ir a correr para a casa, enfiar-me na cama e não sair mais de lá.

Normalmente, desfiam o meu currículo até dizer chega, até eu estar a repetir o porquê de ter feito aquilo durante x tempo, e não sei o quê noutro período de tempo. E, claro que, como já o disse, o nosso currículo diz muito sobre nós e o meu diz muito sobre mim, porque o nosso percurso diz tudo sobre nós, a nossa experiência profissional reflete muito do que somos, principalmente, como profissionais. Se somos dedicados, se somos dinâmicos e versáteis, entre muitas outras coisas. Enquanto descrevo o meu currículo, do que fiz, porquê que saí de tal sitio, se gostei, se não gostei, sinto-me a falar da minha vida toda até aquele momento.

Para mim o grande segredo de uma entrevista, ou para que ela corra minimamente bem, é tentar perceber o que a outra parte, o(s) entrevistador(es) quer ouvir. Se estou a fazer mil e uma coisa simultaneamente, se tenho um trabalho a tempo inteiro e estou a candidatar-me a uma vaga a tempo inteiro, longe de casa, e me perguntam como penso conciliar tudo, a resposta é simples. É claro que não pondero conciliar tudo, há prioridades e se quero efetivamente aquela vaga devo demonstrar isso, que vou tratar aquele trabalho como prioridade, e que não vou conciliar com tudo e mais alguma coisa que não estão relacionadas com aquele trabalho.

Há coisas que me irritam, particularmente, nas entrevistas, e uma delas é essa mesma, o porquê de me estar a candidatar aquela vaga. Quer dizer, se me candidatei é porque a quero, se não porque haveria de me ter candidatado? Que raios! Outra delas é porque é que conciliei sempre estudos com trabalho? Porque haveria de ser? Um bocadinho de senso comum e chegamos facilmente à resposta.

Isto tudo para dizer que cada entrevista é relativa, porque cada entrevistador também é diferente. Não nos fazem sempre as mesmas perguntas, mas devemos pensar naquilo que vamos responder, naquilo que queremos e nas nossas prioridades.

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