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Coisas (des)Interessantes

Não penses que o mundo, a vida ou o tempo, te vão devolver alguma coisa daquilo que fazes. Nem tens de pensar isso sequer! Simplesmente faz!

Coisas (des)Interessantes

Não penses que o mundo, a vida ou o tempo, te vão devolver alguma coisa daquilo que fazes. Nem tens de pensar isso sequer! Simplesmente faz!

13
Out18

Souvenirs e recordações - o que costumo trazer e oferecer

mudadelinha

Que bem que sabe ser sábado e andar a pensar em recordações e souvenirs, sabia ainda melhor se ainda estivesse de férias. Mas enfim, lembrei-me de escrever sobre este tema porque sou aquela típica pessoa que costuma vir carregada de coisas e de souvenirs, mas enganem-se, nenhum deles são para oferecer, são todos ou para mim ou para o L., para oferecer apenas trago 2 ímans, um para a mãe dele, outro para a minha mãe, normalmente, e uma caneta ou um postal para a minha irmã, porque sempre que vai a algum sitio traz-me alguma recordação.

Adoro trazer recordações para nós, imagino-me um dia a ter a minha casa e ter um móvel no hall de entrada ou na sala com as recordações das nossas viagens. Podem perguntar-me porque é que gasto dinheiro com estas coisas, mas a verdade é que o que trago não é assim tão caro, não costuma mesmo ser, eu gosto das coisinhas pequeninas e baratas, com exceção de uma ou outra coisa.

  • Postais – venho sempre carregada de postais, trago sempre imensos, mas não tantos como trouxe desta vez de Malta porque o hotel também vendia postais e eu achei por bem trazer um exemplar de cada, além dos que já tinha comprada nas lojinhas. Guardo todos os postais e colo-os num livrinho de viagens muito giro que eu fiz, onde atrás de cada postal escrevo a data e uma história (se tiver), ou uma foto real. Adoro postais e também são uma boa recordação para qualquer amigo. Desta vez e à custa de trazer tantos postais dei um deles, que tinha dois repetidos, ao amigo que nos aconselhou Malta e muito bem.
  • Ímans – como já disse, compro sempre dois, um para a minha mãe, outro para a mãe dele, e depois depende do preço deles. Se os encontrar baratos, como encontrei em Malta, trago um, dois, ou mais para nós, para a nossa futura casinha e para o nosso futuro frigorifico. Em Malta, encontrei-os numa loja a 1€, TODOS, ainda por cima aqueles normais que tem uma fotografia real sabem? São os meus preferidos, então trouxe logo 4€, se bem que já me arrependi porque podia ter trazido mais. Por acaso, de Palma de Maiorca não trouxe íman para nós, esqueci-me, mas já pesquisei recentemente e descobri que podemos mandar vir ímans ou outros souvenirs pelo eBay, que nem são muito caros. Um dia se me apetecer mando vir.
  • Canetas – não é novidade nenhuma que adoro material escolar e as canetas também são dos souvenirs mais baratos que podemos encontrar nas lojinhas, normalmente custam entre 1/3€. Gosto muito de trazer uma ou duas canetas para mim, depende do preço e trago sempre uma para a minha irmã, porque sei que ela gosta e não fica nada caro.
  • Pisa papéis e areia das praias – gosto muito de pisa papéis e daqueles com areia e búzios das praias. Dependendo muito dos preços, trago ou não, porque costumam ser mais caros, mas corro as lojas todas à procura do mais barato.
  • O souvenir mais caro que costumo comprar, mas que normalmente compramos a meias, é uma moldura. Já o fizemos em Palma, mas em Palma até trouxemos um álbum de fotos, que desta vez optamos por não o comprar, mas gostamos de revelar a fotografia que mais gostamos, metê-la na moldura e coloca-la na nossa comoda, ou nalgum armário aleatório. Novamente, a ideia é um dia juntarmos tudo isto na nossa casa.
  • Uma das poucas pessoas a quem oferecemos alguma coisa é à afilhada do L. como é lógico, e trazemos sempre um bonequinho tipico, ou uma pulseira, desta vez trouxemos uma caixa de lápis de cor, com o símbolo de Malta, porque sabemos que eles não vão dar valor nenhum aquilo, por isso não vamos gastar muito dinheiro com aquilo.

Até aqui é mesmo o que costumo trazer, o L. gosta sempre de trazer isqueiros ou copinhos, e normalmente traz para ele e para um ou dois amigos. Mas, em Malta perdi-me. Havia lojas onde os souvenirs eram mais baratos que o normal, apercebem-se disso pelos preços que falo, e por estarmos folgados na mala de viagem, acabei por trazer mais coisas que o normal.

  • Dependendo se o sitio o justifica ou não, se está ou não muito calor e se precisamos ou não, gostamos de comprar um chapéu. Em Palma, devido ao calor, foi das primeiras coisas que compramos, porque o L. é muito copo de leite e fica logo vermelho na cara, eu porque se apanhar muito sol na cabeça fico cheia de dores de cabeça. Em Malta, os primeiros dias não o justificaram, mas acabamos por os comprar mais baratos e num dia que estava muito calor mesmo.
  • Trouxe um bloquinho de notas de Malta, com imagens ilustrativas, que me custou 2€, onde penso imprimir as fotografias e colar.
  • Trouxe um tapete para o rato do computador, que me custou 2€, e adorei a ideia de um dia o colocar no meu escritório, que nem saberei de o terei, mas conta a intenção.
  • O mais caro que trouxe desta vez, mas que achamos imensa piada e acabamos mesmo por trazer, foram dois mealheiros, que mais parecem recordações de Londres, porque são cabines telefónicas britânicas. Mas, como há muita influência britânica em Malta, desde logo a língua, adoramos a ideia. Encontramos estas cabines nas muralhas da Mdina, tiramos imensas fotografias e depois começamos a ver nas lojinhas de souvenirs. Este deve ser o souvenir mais especial que trouxemos, trouxemos um para cada um, para substituir os mealheiros antigos e todos estragados que arranjamos, um ficou no quarto do L. e outro no meu, e simboliza e muito o nosso mealheiro, já que foi através dele que fomos de férias este ano e que pretendemos continuar a ir. Por isso, não me vou arrepender nada de o ter comprado, porque sempre que olhar para ele vou-me lembrar de duas coisas: é um mealheiro para ir de férias.
  • Não me posso esquecer de uma coisas que nunca trago quando vou de férias, mas que não conseguir resistir, porque adoro aquele género de macacões e é dificil de encontrar aqui e sempre que os encontro são caros. No mercado do peixe em Masaxlokk encontrei um macacão comprido, mesmo bonito, por 5€. Adoro macacões compridos e é raro encontrá-los aqui a um preço tão acessível. Primeiro pensei trazer só um, como recordação, e porque gostei mesmo dele, mas o da outra cor também era apetecivel, então trouxe os dois, que me custaram apenas 10€, e vim toda feliz.

 

Sim, acho que perdemos um bocadinho a cabeça com souvenirs, mais eu até do que o L. Normalmente, levo definidas as coisas que quero, e são essas que compro e que trago comigo. Não trago quase nada para oferecer, quase tudo é para mim, porque acho que as recordações têm de ser para nós, fomos nós que estivemos ali, que vivemos aquilo, porque isso justifica-se trazer para nós.

 

E, por aí, vocês que costumam trazer?

 

Resultado de imagem para iman souvenir malta

(este é o genéro de íman que vos falava, este foi retirado do google, não é meu, mas é este o género de íman que gosto de trazer, com imagens reais do país)

 

09
Out18

4 dias em Malta

mudadelinha

Estou de volta e para vos mostrar um bocadinho da minha viagem a Malta.

 

 

Andamos a programar esta viagem, digo-vos, desde setembro do ano passado, altura em que decidimos começar um mealheiro de moedinhas, de onde conseguimos pagar os bilhetes de avião. Não é nenhuma viagem às Maldivas, ok, tudo bem, mas para os nossos bolsos as férias e viagens precisam e devem ser contadinhas, no sentido em que gostamos de juntar para termos uma noção do que podemos e do que não podemos fazer. Queremos sempre muita coisa não é verdade? Queremos viajar o mundo todo de lés-a-lés, mas primeira vamos olhar para a conta bancária, porque no fim ela é que decide. Pode parecer exagero dizer isto, mas é verdade, o esforço é nosso, mas, no fim, o que decide se podemos ou não, é o dinheiro e como sempre o dinheiro. Ainda não se pode viajar de graça, infelizmente. E não venho aqui discutir o preço do dinheiro na vida de qualquer um, prefiro discutir o valor do esforço e da dedicação de cada um, ou nem isso porque não gosto de discutir sobre nada.

Voltemos ao assunto, tínhamos Malta em cima de vista há realmente muito tempo, e este país tinha surgido do conselho de um amigo, no fim das férias caseiras que fizemos em 2017. Temos um amigo em comum que viaja imenso, já foi a Malta há mais de 15 anos, e no meio de uma conversa lá atirou “Olha, Malta é que era fixe para vocês, já pensaram nisso?”. Já pensamos em tudo, pela nossa vontade nem estávamos cá e continuávamos em Malta, mas, na altura, aquilo ficou-me. Viajar, para mim, é das melhores coisas que a vida nos dá, principalmente nos tempos que correm. O contacto com outras culturas, com outras histórias, a aventura, o conhecimento, paladares e cheiros diferentes, as temperaturas da água, o calor e o frio de outros países, mas, principalmente, a cultura. O choque cultural. Só por isso viajava o mundo todo, só a curiosidade de conhecer outras culturas, completamente diferentes da minha, da nossa.

Ao fim de meses e meses a ver preços, ler blogs, ver canais de youtube, lá conseguimos a viagem muito barata para os valores que, inicialmente, tínhamos visto e conseguimos não gastar todo o pé-de-meia que juntamos ao longo do ano. Os pequeninos passos que fomos dando foram um pequeno orgulho, são sempre, mas esta viagem teve um sabor muito especial, muito por causa disso.

Depois de conseguidos os voos, a luta seguinte foi o hotel. Andámos mais outros não-sei-quantos meses a discutir o hotel. Reservamos um hotel, que logo de seguida desmarcamos. Reservamos outro e acabamos por desmarcar para voltar à primeira escolha. Quem nunca? Andámos até à última para escolher o hotel.

Inicialmente, a nossa ideia era alugar um carro ou uma mota, mas como jovens inocentes que somos, nenhum tem cartão de crédito físico. Para comprar viagens usamos o mbway, e nunca tivemos necessidade de um cartão de crédito. Então, a nossa dificuldade com o carro começou logo aí, além das cauções altíssimas que nos pediam, quer dizer era praticamente deixarmos o nosso dinheiro todo de férias no rentcar. Mas, digo-vos, bendita a hora que não conseguimos alugar carro, porque os transportes públicos em Malta são a coisa mais fácil de todo o sempre para quem está habituado a andar na STCP no Porto.  E este é o melhor conselho que posso dar a quem equacione ir até Malta. É possível fazer-se a ilha toda de transportes, primeiro porque a ilha é pequena e a distância entre atrações também, e segundo porque os transportes públicos funcionam realmente muito bem, muito pontuais e disponíveis para qualquer questão, com horários fáceis à disposição, com imensas linhas e redes. Muitas vezes queríamos apanhar um determinado autocarro porque era mais rápido, mas podíamos apanhar o primeiro que aparecesse porque ia para o mesmo sitio só que demorava mais 10 minutos.

Não quero descrever, pormenorizadamente, o que fiz em Malta, a minha ideia era apenas deixar algumas dicas e transparecer o amor que trouxe pela pequena ilha no Mediterrâneo.  Claro que ao fazê-lo vou acabar por contar o que andei a fazer, mas acho que para isso já existem imensos blogs e canais de youtube, é só procurar, porque encontramos imensa coisa, inclusive viajantes portugueses e nós não fugimos muito desses roteiros, com exceção de que só fomos 4 dias e deveríamos ter ido mais.

  • A primeira grande dica que posso deixar sobre Malta é mesmo a que acabei de falar: se não tiverem necessidade da comodidade de um carro, utilizem os transportes. Fáceis e baratos, cada ticket custa 2€, mas dá para duas horas, aliás o próprio ticket assinala lá a validade, mas há a possibilidade de comprarem aqueles passes semanais que de certeza que compensam, mas que não o fizemos, lá está, porque tínhamos a ideia do carro. Além de que os transportes públicos permitem-nos conhecer o país fora das zonas turísticas e adoramos isso.
  • A segunda dica é sobre o alojamento. Malta é uma ilha pequena, onde é fácil de chegar a todo o lado, qualquer dos pontos turísticos parecem-me bons sítios para se ficar alojado. Nós ficamos em Buggiba e adoramos. Não é o maior ponto turístico, mas é um lugar calminho, com lojas, bares e restaurantes, mas sem grande confusão e sem grandes barulhos e num ponto estratégico da ilha, porque fica muito bem localizado, com três ou quatro paragens de autocarros, com autocarros a toda a hora e situado, praticamente, no meio da ilha, ou seja, era fácil de se chegar quer ao lado norte, quer ao lado sul, como a Mdina (antiga capital) e Rabbat, como ao porto dos ferrys para Gozo e Comino.
  • Por falar em Gozo e Comino (onde está a lindíssima Blue Laggon) que são as outras ilhas de Malta, ir a Malta e não visitar estas duas ilhas, não é ir a Malta. Os ferrys são baratos e a melhor dica que posso dar para fazerem esta visita é fazerem as viagens ao contrário para evitarem filas. Normalmente, pelo menos do que li e ouvi e seguida pela minha experiência, faz-se Malta-Gozo-Comino-Gozo-Malta, quando é possível fazer-se Malta-Comino-Gozo e voltar-se a Malta, e evitar aquelas filas gigantes. Ah! Outro pormenor que nos falhou, mas que nos era um bocadinho indiferente, se houver tempo para isso, vale a pena tirar um dia para cada uma das ilhas. Um dia para a ilha de Gozo e outro para a ilha de Comino. Comino reduz-se muito à Blue Lagoon (compreende-se depois de se ver a cor daquela água), mas é uma ilha linda, que merece uma bela caminhada para conhecer as restantes praias e dar um mergulho em cada uma delas.
  • Outra das melhores dicas que tenho para quem gostava de ir a Malta, é acordar cedo para tudo. Malta não é de todo um destino de praia, muito pelo contrário, a magia de Malta não está nas praias, está em tudo o resto, e há muito para visitar e conhecer. No nosso caso, que só fomos 4 dias (fomos 6, mas 2 foram de viagem) fizemos tudo a correr e muito ficou por conhecer. Por aqui e nesta linha de raciocínio valeria a pena alugar carro, porque é sempre mais rápido e confortável, mas também foi possível de transportes e não foi mesmo por falta de tempo que não conhecemos mais, foi mesmo pelo cansaço físico.
  • A nível de alimentação vou continuar a bater na mesma tecla, é um país turístico, ou pelo menos nas zonas turísticas extremamente barato e acessível. Admito-vos que comemos sempre por pouco mais de 20€ os dois e experimentamos comida típica. A nossa refeição mais cara, que foi no último dia, rondou os 40€ (os dois, sempre os dois) mas porque quisemos experimentar a especialidade do país, que é o coelho e já sabíamos de antemão que seria mais caro, ainda assim com cafés, sobremesa e vinho não achei tão caro quanto isso.
  • As línguas oficiais do país são o maltês e o inglês e a moeda é o euro, pelo que não houve qualquer dificuldade nesse sentido.
  • Duas dicas práticas, para nós bastantes importantes: a mão de condução é britânica, ou seja, completamente diferente do que estamos habituados e a tomada elétrica também é britânica. Soubemos disto à última, no dia antes de embarcarmos e fomos apressados comprar uma tomada adaptada.
  • Se forem a Malta com tempo podem dar um saltinho a Sicilia, em Itália, há ferrys e são baratos e há muitas pessoas que fazem isso, ou o contrário, aproveitam para ir de Itália a Malta. 

Adorei Malta, valeu muito a pena, fica a promessa de um dia voltar e agora pensamos na Croácia, se houver disponibilidade para tal. Vou deixar algumas fotos, da nossa autoria.

 

 

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 Imagem panorâmica de Valleta, a capital de Malta.

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 Como não podia deixar de ser, estas duas fotos são da Ilha de Comino e a última é da Blue Lagoon. Só a cor da àgua é qualquer coisa.

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 O passeio de barco que fizemos às Blue Grotto e adoramos.

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 Esta baía que vemos é St Peters Pool. Aconselharam-nos a não mergulhar porque o mar estava a prometer tempestade e, efetivamente, depois de virmos embora, passou um tufão por Malta. Mas, adoramos o passeio de barco que fizemos aqui, nunca andei tanto de barco na minha vida, sem enjoar.

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 A vila piscatória de Marsaxlokk, onde encontramos uma portuguesa a trabalhar num restaurante. Vale a pena visitar esta vila aos domingos, quando há o mercado do peixe e os pescadores vendem o seu peixe, e a marginal parece as nossas feiras, cheias de comerciantes a venderem souvenirs, roupa, calçado e afins.

 

 

“uma minúscula chama brilhante na escuridão”, Franklin Roosevelt

 

30
Mai18

Sonhos

mudadelinha

Sempre sonhei muito durante os meus sonos e adorava saber interpretar sonhos, às vezes é cada um melhor que o outro. Acordo sobressaltada, ando dias a pensar naquilo e não sei o seu significado. Grande parte das vezes a minha mãe diz-me para ter calma, que herdei isso dela, e que há sonhos maus, mas que também há sonhos bons. Em quase todos os meus sonhos entram sempre as mesmas pessoas, mas há uma que está sempre lá: o meu avô. Eu acho que os sonhos são avisos e muitas vezes refletem as minhas preocupações.

17
Mai18

O maior desafio desde que tenho um blog

mudadelinha

Os desafios são muitos é verdade, mas acho que há alguns que se impõe todos os dias e muitas vezes não é fácil dar-lhes a volta. Um deles é logo o tempo (quem nunca?), nem vamos falar disso, porque devo ser das piores pessoas a gerir o meu tempo de modo a ter tempo para tudo o que quero. Mais uma vez: definir prioridades. Sou daquelas pessoas que precisa fazer muita coisa e estar envolvida em muitas atividades para conseguir gerir bem o meu tempo, muito tempo livre não funciona por estas bandas. Além do mestrado e da tese, estou inscrita na primeira fase da ordem dos advogados, o que implica que esteja a estagiar, apesar dos horários flexíveis, e o que implica que tenha aulas todas as semanas, à segunda, terça e quarta, das 9h até às 12.15h. Como se isso não chegasse, surgiu a oportunidade de nos inscrevermos numa disciplina opcional, completamente facultativa essa inscrição, que não implica estar incluída na nossa avaliação, e podia ter feito como muitos colegas fizeram e não me ter inscrito a nada. Mas não, achei que seria giro, interessante e útil inscrever-me numa delas, e ia inscrever-me a duas, mas pensei duas vezes antes de por lá a cruzinha. Isto implica que tenha mais aulas, em dias que não teria, porque estas aulas estão marcadas fora do horário das aulas obrigatórias. MAS, como se isto também não bastasse, inscrevi-me numa associação jurídica de voluntariado, e estão para vir os primeiros casos, o que será giríssimo tenho a certeza, mas depois o cansaço fala mais alto. Mas, não é do tempo que quero falar, nem me queixar mais da falta dele porque a culpa é inteiramente minha, claro. 

Um dos maiores desafios desde que tenho um blog, além deste que já falei aqui, é a minha criatividade. Tenho dias que coloco este computador à minha frente, abro um ficheiro Word (não gosto de escrever diretamente para a página), e simplesmente não me sai nada, ou tudo o que sai não faz sentido nenhum. Sabem aqueles textos que escrevemos e queremos falar de uma coisa, mas não nada faz sentido com nada? Bem, sou eu quase sempre! Noutros dias, sai-me tudo e mais alguma coisa, fluentemente, leio aquilo e adoro (é raro diga-se), e arrependo-me de não ter mais tempo para escrever nesses dias. Mas, o verdadeiro desafio centra-se com a criatividade e sobre o que escrever. Tenho feito listas, aponto ideias atrás de ideias, mas até para escrever sobre essas ideias se torna difícil. É preciso inspiração e nem sempre é fácil encontrá-la, ou escrevemos naquele momento, ou então evapora-se tudo. Tenho pontos de referência como inspiração, sei que se estiver ao ar livre tudo me sai com mais naturalidade, se estiver perto do mar também, mas novamente, nem sempre é possível fazê-lo.

 

Alguém me compreende e passa pelo mesmo? Ah, soluções e sugestões agradecem-se também. Desafios por aí desde que têm um blog?

 

14
Mai18

A minha vida tem música à segunda-feira (parte 19)

mudadelinha

Sempre ouvi dizer que a música que ouvimos conta muito do que somos e não podia concordar mais com isso. Desde que namoro com o L. que andamos sempre a mostrar músicas um ao outro porque, simplesmente, adoramos ouvir música e conhecer artistas novos. E da mesma forma que ele passou a ouvir música que eu gosto, eu também passei a gostar de música que ele ouve. No sítio onde ele trabalha tem música ambiente e, grande parte das vezes, é ele que a mete e, às vezes, é engraçado porque chego lá e está a dar música que lhe mostrei, e que ele até torceu o nariz quando lhe mostrei, mas que acaba por gostar. Chego lá e fico admirada, muitas vezes digo "Fogo, isto é Passenger, afinal gostas de Passenger?" e ele ri-se. Outras vezes brinca e diz-me "Não, eu só te vi a chegar e vim meter isto, não é que goste, foi só para te agradar!", o que eu sei que é mentira, porque outras vezes já estou lá e está a dar música que eu gosto e que fui eu que lhe mostrei. 

 

A última que ele me mostrou e que até era uma banda pela qual não nutro grande sentimento foi esta. Apaixonei-me pela melodia à segunda ou terceira vez que a ouvi e agora ando viciada. 

 

 

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