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Coisas (des)Interessantes

Coisas (des)Interessantes

28
Fev20

O início da aventura de viver sozinha

mudadelinha

Gostava de começar pelo início, mas nem sei bem como é que isto começou. Há uns dias fez um mês que estou a viver sozinha, a 500km de casa, longe da minha família, namorado e amigos. E, nada melhor que fazer um balanço do primeiro mês e pensar como é que isto começou.

Vim cá em Novembro, ainda o meu avô estava doente (aqueles momentos que nos marcam), e lembro-me de vir no comboio a pensar “E se a resposta for positiva? Largo tudo e venho? Vou ponderar, não vou ponderar?”. Vinha cheia de receios e de medos, mas vinha cheia de vontade de arriscar de mudar tudo, toda a minha vida, todo o meu dia-a-dia. E o L. vinha comigo, embarcou comigo na aventura, de vir ao Algarve umas horas, para uma entrevista, que tanto podia correr bem, como podia correr mal. Se estava preparada para tal, penso que sim.

A verdadeira aventura começou com a procura de casa! Eu sabia que não ia ser fácil, mas não pensei que fosse tão difícil. Por breves momentos, achei mesmo que seria impossível conseguir um T0/T1 por menos de 500€ e que não me pedissem os rins e os ovários de adiantamento e caução. Mais, que fosse por menos de 500€ e que fosse arrendamento anual, porque no Algarve o pão-nosso-de-cada-dia são os "arrendamentos por temporadas", ou nos meses de Verão. É tão-só ridículo. 

Ao fim de umas semanas de emails, telefonemas e mensagens, lá me caiu do céu um T1, perto de Tavira, por um preço aceitável, mas que não é em Tavira, como eu queria e quero, porque Tavira é uma cidade caríssima para arrendar ou até mesmo comprar. O ramo imobiliário por estes lados está assustador.

Queria um t0/t1 para ter condições, não só para mim, mas para receber a minha família, namorado e amigos, ao invés de ter de partilhar casa e ter um quarto, apesar de ter mais companhia, isso envolve outra logística a que não estou habituada, então coloquei logo essa hipótese de lado.

Quando consegui casa, onde não me pediram balúrdios de caução ou de rendas adiantadas, lá defini um dia para me mudar e as mudanças Porto-Algarve foram outra aventura não é verdade? Estamos a falar de 500km de distância. Fiz duas viagens de comboio e de autocarro, porque podemos trazer toda a bagagem que quisermos, e a última fiz de carro, o que tornou tudo mais fácil, porque alberguei no carro toda a minha casa. Estamos a falar de roupa, calçado, coisas para a casa e livros e tralha de material de estudo. Não foi de todo fácil, mas foi possível, e foi-se fazendo à medida que fui a casa.

Uma nova etapa começou, uma fase nova da minha vida, e por estranho que seja dizer isto, mais em voz alta, estou a gostar. Estou a gostar particularmente de morar sozinha, do silêncio e da solidão, acho que sempre precisei disto. As lágrimas aproximam-se dos olhos na hora da despedida, mas voam na hora que tenho os pés em terras algarvias e sinto que esta agora é a minha vida. E está tudo à distância de um telefonema, de uma chamada via Skype ou via Facebook.

Não me tem custado estar sozinha, fazer as lides de casa, cozinhar para mim, fazer compras para mim, chegar a casa e não ter ninguém e ter a casa como a deixei. Tem sido bom!

 

Esta aventura continua, todos os dias há uma coisa nova para contar.

 

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(esta imagem foi tirada daqui)

31
Jan20

Um olá com saudades

mudadelinha

Gostava de dizer que estive tanto tempo afastada por boas razões. Nem sei bem por onde começar, mas acho que começar pelas boas noticias é sempre um sinal positivo.

 

Este é o primeiro post de 2020, o primeiro que escrevo sentada na minha mesa de jantar, no Algarve, e o primeiro que vos escrevo depois do meu avô ter falecido em Novembro.

 

É inevitável o aperto no peito quando escrevo e penso nisto, porque ainda não fiz o meu luto, porque a minha dor ainda não curou, a ficha ainda não caiu, nunca vai cair e as lágrimas começam logo a correr, porque a saudade é gigante e a dor é ainda maior.

 

Sair de casa e para tão longe foi a melhor decisão da minha vida, pelo menos para já, não só pela independência pessoal e financeira (creio que essa até foi a razão menos ponderada), mas porque foi a minha forma de fugir, foi o meu refúgio. A ideia de que brevemente esta mudança ia acontecer foi o que me salvou. E é o que me tem salvo! E, muito por isso, ainda não fiz o meu luto, tenho lidado bem com isso, tento não me deixar cair, não me deixar ir muito ao fundo, e aguento-me bem sozinha. 

 

Espero conseguir continuar a partilhar esta grande aventura por aqui, quero mesmo muito, tenho tanto para escrever e para contar, mas hoje não! Hoje as palavras ainda não fluem como eu queria, aos bocadinhos vou conseguir.

25
Jan19

Para 2019

mudadelinha

Bem sei que 2019 já começou há uns dias, mas nunca é tarde.

2019 promete ser um ano muito positivo, também vou fazer por isso, trago comigo algumas das resoluções e dos objetivos de 2018, e tenho outros novos para este ano. Tenho grandes e pequenas resoluções para este novo ano, novos objetivos e desafios, novos sonhos, e querendo ser realista cá vão elas:

  • Tornar-me finalmente advogada, se passar no exame final em junho e acabar com estes horrores de ser estagiária, que já está a dar comigo em doida, e começar a pensar no a seguir, porque não é só passar no exame.
  • Conseguir viajar pelo menos 3 vezes, se forem duas já não me queixo, e uma dentro do nosso país, e conhecer novos países, cidades e sítios. Estou a planear uma viajem à Polónia já para o inicio deste ano, estou muito curiosa para visitar Cracóvia e os campos de concentração. Esta viagem foi fazê-la com uma amiga à partida, e com o L. estamos a pensar visitar a Eslovênia e a Croácia, mas ainda andamos a estudar as melhores opções e os melhores preços, também é uma opção ficarmos só pela Eslovênia.
  • Tirar um curso de inglês como deve ser e quando digo ‘como deve ser’ é um curso intensivo, onde possa aperfeiçoar as técnicas, o vocabulário, onde aprenda a sentir-me mais à vontade com esta língua, que me dê um certificado para o currículo e que me abra portas novas.
  • Começar a praticar exercício físico, e estou a pensar inscrever-me na natação. Pratiquei natação durantes longos anos, nunca foi um desporto que me motivasse, mas na falta de mais tempo e pela necessidade de praticar desporto, vou apostar nisso. Ando a tentar convencer o L. a vir comigo, mas ele ainda tem menos tempo que eu.
  • Ir a um festival de verão que já sei qual é e investir mais na minha cultura: concertos, teatro, cinema.
  • Renovar aos bocadinhos o meu armário. Já destralhe quase tudo, mas a partir de agora quero apostar apenas em roupa que precise para trabalhar e para a minha profissão. Deixei de ter peças de roupa ‘só de andar em casa’, ou ’só de fim de semana’, porque só ocupa espaço e só me faz ter vontade a vestir, o que não pode ser.
  • Continuar a poupar, ando a meter de lado 5€ por semana, ou seja 20€ por mês, além das outras poupanças que já tinha, e tem corrido bem.
  • O maior objetivo deste ano é conseguir o meu espacinho com o L., não sei se estou a ser muito ambiciosa, mas estou com esperança e com um feeling que é este ano, e vamos lutar muito por isso.
  • Além destas que são as resoluções maiores, decidi este inverno, tentar não me dar tanto ao frio e tomar medidas neste sentido. Estas medidas passam principalmente por dormir com menos roupa e andar com menos roupa no meu dia-a-dia, optar mais por lenços e cachecóis do que por golas altas, e para já tem corrido bem, tenho-me sentido bem, não tenho sentido frio e ainda não fiquei doente este inverno.
  • Ler e escrever mais, vamos lá ver se é este ano. Não cumpri o objetivo de ler mais em 2018, mas vou tentar novamente em 2019.
  • Ver mais filmes.

 

Tudo parece alinhado, com força, dedicação e muito esforço, espero que as coisas se alinhem e espero cumprir todos os objetivos.

 

 

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(a imagem é daqui)

 

 

 

06
Dez18

As melhores decisões de 2018

mudadelinha

Falta pouco para o ano acabar e, como tal, decidi fazer um apanhado do ano que passou e dos últimos 12 meses de 2018. Tenho um conjunto de posts sobre isso, mas todos sobre questões diferentes, que espero publicar ao longo deste mês, sobre 2018.

2018 foi um ano muito positivo, principalmente, se pensar na maneira drástica como ele começou e nos seus primeiros dias caóticos. Comecei o ano com um acidente de carro, no dia 4 de Janeiro (o primeiro dia de estágio oficial e a caminho do mesmo), com culpa ainda por cima. Mas tudo se resolveu pelo melhor, mantive a calma, consegui que a minha mãe também a tivesse e correu tudo bem e tudo se resolveu de forma rápida e positiva. Em inícios de Janeiro de 2018 tive imensos problemas no escritório onde estava a estagiar, nada de novo e nada que eu já não soubesse, só pensei que conseguisse aguentar até ao fim do estágio, o que equivaleria a 18 meses (o tempo todo do estágio), o que se tornou impossível. Foi uma altura mesmo difícil, sinceramente, em que me deixei ir muito abaixo e até ver o assunto resolvido só chorava. Os meus apoios foram os meus pais e o L., que coitados, já não sabiam o que haviam de me fazer.

Depois deste muito pequeno resumo, achei que devia começar este último mês de 2018 por pensar nas minhas melhores decisões de 2018 e refletir sobre isso, saber o que quero levar para 2019 e o que podia ter feito diferente em 2018.

  • A primeira dessas decisões, se não a mais importante, foi terminar com o sufoco desse estágio. Falei dele aqui  e foi esse término e ao mesmo tempo inicio que me fez falar sobre a saga de um estágio em advocacia por estes lados. Foi das minhas melhores decisões, só me fez bem, foi um grande alivio saber que não tinha de ir para lá, e que já podia respirar e sentir-me à vontade noutro sitio.
  • A segunda dessas decisões foi afastar quem não me faz bem, quem pesa o meu tempo e a minha paciência. Também falei disso aqui , sobre as minhas dúvidas se seria egoísta não querer partilhar o meu tempo e o meu espaço com quem sentia que não me trazia energias positivas. Passei a preferir estar sozinha, do que mal acompanhada, ou acompanhada por quem não quero. E, todos perto de mim se aperceberam dessa mudança e dessa decisão. Cresci nesse sentido, estar sozinha não significa ser solitária, bem pelo contrário.
  • Destralhar. Posso também afirmar que foi das melhores decisões de 2018, ainda não acabou, mas estou muito feliz com tudo o que consegui até aqui e com o que vou conseguir. Um passinho de cada vez e devagarinho chego ao longe. Mas, esta decisão trouxe muitas coisas à minha vida. Deixei de sentir o ar do meu quarto tão pesado, tão carregado de coisas, de memórias passadas, de objetos que já não me diziam absolutamente nada. Hoje é maravilhoso entrar no meu quarto, encontrar o meu espaço de estudo/trabalho, ter espaço para o que preciso, e não ter tudo sobrecarregado.
  • Ter mais calma na vida. Nem sempre fui muito calma, tiro isso à minha mãe, que é a pessoa mais stressada que conheço, embora mais calma nos últimos anos, porque o coração assim o exige. Desde que o L. entrou na minha vida, que senti a calma e a descontração dele a se refletir nos meus dias, e isso é maravilhoso. Deixei de me chatear com tudo e com nada, e quando, eventualmente, me chateio com alguma coisa, ninguém precisa saber disso. Além disso, deixar de ter pressa na vida, porque isso só traz problemas e preocupações. As coisas acontecem a seu tempo, e não adianta de nada ter pressa com tudo, porque isso só me vai frustrar.
  • Poupar, ou tentar poupar. Foi um dos meus lemas de 2018. Em 2017 tinha conseguido, mas face a despesas pontuais acabei por precisar mexer no dinheiro das poupanças. Este ano prometi que ia tentar não o fazer, até ser o último recurso. Consegui também convencer o L. a pouparmos juntos, embora isto já tenha começado em 2017. Este ano já conseguimos ir de férias com o dinheiro das poupanças, não todo como é lógico, mas conseguimos pagar uma boa parte com ele, e mantemos essa tradição. Conseguimos ainda poupar um montante fixo por mês, que acordamos os dois, e nesse dinheiro não mexemos para nada, é o nosso pé-de-meia para quando nos quisermos juntar.
  • Comprar para substituir, comprar só o necessário, não comprar por impulso, e pensar bem quando compro. Este foi um dos passos para as poupanças, foi uma decisão muito bem tomada e que me ajudou ao longo do ano, permitiu-me analisar bem aquilo que compro, e permitiu-me poupar bastante.
  • Mais tempo com a família, namorado e amigos. Decidi não me preocupar tanto com os problemas da família, deixar de me chatear que aquela ou aquele entrou no meu quarto e pegou numa ou noutra coisa. Claro que me aflige, mas senti que andava constantemente chateada em casa, e isso estava a incomodar-me. Senti que foi uma boa decisão, que me ajudou a manter a calma e melhorou bastante a minha relação com os meus familiares. Depois disso, decidi que, sim, o tempo com eles é importante, daí a minha decisão de ir com os meus pais ao Luxemburgo, porque eles não são muito de sair do país, então ou era ali, ou podia não ser mais.

 

Estas foram as minhas melhores decisões, entre muitas outras como é claro, mas as principais. Orgulho-me um bocadinho quando penso nelas e quando me apercebo de onde estou e onde cheguei.

 

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(daqui)

20
Nov18

A minha maior dificuldade como advogada estagiária

mudadelinha

Esta saga começou há pouco mais de um ano, quando pensei estar a decidir com o coração e fiz a primeira má escolha do meu percurso profissional. Cresci muito com essa má escolha, muito mesmo, porque essa má decisão abalou e estragou a possível magia do inicio desse percurso e foi uma grande chapada e um grande choque.

Dessas más decisões, que tomaremos ao longo da vida julgo, não podemos fazer muito. Cinco minutos são para nos lamentarmos, mais uns minutos para chorar (quando preciso), e os minutos, horas e dias seguintes é para levantar a cabeça e pensar no que vem a seguir. E foi isso que tentei fazer, não me lamentar muito (não vale de nada não é verdade?), erguer a cabeça, ter calma e lutar por melhor. Aprendi que hoje pode não correr bem, mas amanhã pode correr melhor, é só preciso ter calma e pensar positivo.

Além da entrada neste mundo, com o qual pouco ou nada me identifico, além das adversidades de um estágio não remunerado, tenho conseguido esforçar-me e dedicar-me, levantar-me de manhã com o mínimo de ânimo para o dia que se avizinha. Mas, é difícil quando além destes fatores, não te identificas de todo com o mundo onde trabalhas e pensas que ainda falta um ano para poderes trabalhar sozinha, teres os teus horários, ambicionares mais um bocadinho e seres tu, no teu local de trabalho.

Das primeiras dificuldades que enfrentei e, que já falei aqui, foi a etiqueta no vestuário. Sou uma pessoa muito simples, não desajeitada, mas simples de natureza, para quem umas calças, uma blusa e umas sabrinas estão mais que bem, e se for sapatilhas está melhor ainda. A verdade é que ir trabalhar assim para um escritório de mulheres que andam todos os dias de saltos agulha, se maquilham e se arranjam todas, não e lá muito confortável. Tenho tentado ser eu, marcar a diferença, não perder a minha identidade, vestir-me como sinto confortável, para me sentir dentro desses padrões, ou lá perto pelo menos. Arranjei truques para isso e até o que compro é sempre a pensar nisso.

Depois confesso que dentro deste mundo não é tudo como parece cá fora, ou como quer parecer. Há dias que me apetece pegar nas minhas coisas, fechar a porta e não voltar mais, mas não posso. Estou na 2ª fase de um estágio de advocacia em que o objetivo é já termos autonomia e independência para fazermos coisas sozinhos, já termos mais conhecimentos do que aqueles conhecimentos teóricos que aprendemos durante a licenciatura e o mestrado, e para isso é que este estágio é dividido em duas fases: uma primeira fase, de oito meses, que consiste em aulas das matérias mais importantes e, uma segunda fase, de um ano, onde temos um conjunto de obrigações para preencher, como intervenções orais, assistências acompanhadas e sozinhas e subscrever peças, que devemos ser nós a fazer as mesmas. Mas, há sempre volta a dar. A primeira fase, apesar de importante, não é mais do que relembrar aquilo que já sabemos, ou que devíamos saber e, a segunda fase é a continuação.

Posso ter sido eu que tive azar no estágio, não creio, porque não sinto que, durante o meu tempo de escritório na primeira fase, aquela em que não podemos fazer nada sozinhos, mas que devemos aprender, tenha aprendido alguma coisa, além do que já sabia. Então, nesta segunda fase, como a corda aperta e tenho de fazer relatórios do que ando a fazer, estou a fazer o que devia ter feito na primeira, e o que devia estar a fazer na segunda. Ou seja, dois em um, e isso não é mesmo nada bom. Primeiro, porque acham que já devemos saber tudo, e isso é mentira, se não nos acompanharam como devia ser na primeira fase. E, segundo, porque devemos continuar a ser acompanhados na segunda, porque somos simples estagiários.

Grande parte das vezes sinto-me desmotivada, outra grande parte das vezes sinto que sempre que vou para o escritório é tempo perdido da minha vida. Há dias que venho para o escritório que estou uma tarde completa a fazer atualizações numa legislação que nem é minha. E passo-vos a explicar. Atualizações a códigos é cortar e colar, tipo trabalhos manuais da escola, que compete a cada profissional e não a estagiários, porque isso foi o que fiz ao longo de toda a minha licenciatura, manter a minha legislação atualizada, porque seria penalizada nos exames se não o fizesse. Além disso, não é trabalho da segunda fase.

Por um lado, já só quero que o estágio acabe, a ansiedade toma conta de mim quando penso se em Abril terei tudo o que preciso para ir a exame, e já só faltam 5 meses, interrompidos pelas férias judicias do Natal, da Páscoa e pela mais recente greve dos magistrados judicias que começa hoje.

 

A ideia é manter sempre o pensamento positivo, nem sempre é possível confesso, mas a luta é mesmo essa, é não desmotivar e pensar que estou a aprender o suficiente para em setembro/outubro do próximo poder safar-me sozinha, porque aí, nessa altura, já não sou estagiária. E será que estarei preparada? A saga, como devem imaginar, tem continuação. Até Abril ainda faltam 5 meses.

 

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(a imagem é daqui)

 

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