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Coisas (des)Interessantes

Coisas (des)Interessantes

31
Out19

Perdidos de amor pela Croácia

mudadelinha

Depois de muitas dúvidas sobre as nossas férias de 2019, lá tomamos a decisão de rumar à Croácia. Foi difícil, tivemos todo um ano para decidir, ainda assim compramos e organizamos tudo em cima da hora (quem nunca não é verdade?).

Queríamos fazer umas férias de praia, sem serem exclusivamente de praia, passar mais alguns dias do que o que tínhamos feito até este ano, sem gastar rios de dinheiro, num país seguro, económico e quente. Pensámos em vários países, visto que este ano o L. conseguiu as duas semanas do meio de setembro, o que ainda nos permitiria apanhar calor sem ir para muito longe. Pensamos na Croácia ou numa viagem completa pelos Balcãs, e aí queríamos passar pela Eslovênia, Croácia, Bósnia, Montenegro, Sérvia, mas recuámos rapidamente nessa ideia, pela logística, seria muito cansativa e dispendiosa, precisaríamos no mínimo de 15/20 dias, ou mais. Em segundo, pensamos só na Eslovênia, mas aí dispensaríamos a praia e não iriamos tantos dias porque não se justificaria. No entanto, os voos para a Eslovênia são um quebra-cabeça e não conseguimos aquilo que queríamos por um bom preço, então desistimos. Queremos muito ir à Eslovênia, mas fica para outra altura. Depois, colocamos a ideia de viajarmos por Portugal, ou pela costa algarvia ou pela costa vicentina, tendo em conta que o L. não conhece nenhuma e eu conheço só o Algarve, porque foram sempre as minhas férias de infância. A par do Algarve pensamos em países e ilhas mais próximas como Tenerife, Gran Canárias, Menorca, Ibiza, porque já fomos a Palma de Maiorca. 

A nossa decisão tornou-se engraçada, porque já tínhamos afastado de forma quase absoluta a ideia de irmos à Croácia, pela logística que seria necessária, mas em finais de maio tivemos uma daquelas situações inexplicáveis. Estávamos a tomar café no sítio do costume com amigos, um dos quais costuma viajar com frequência, e no outro canto da sala estava um senhor com um ar enigmático, que nenhum de nós conhecia e nunca o tínhamos visto. Estávamos a falar de férias e de viagens, e eu estava a dizer ao L. “L. estive a ver os voos para Menorca e estão em promoção, mas também gostava de fazer o que tínhamos programado para o Algarve,  ou até Tenerife!”.  Quando o senhor decidiu sair do café, diz boa noite educadamente e diz-nos “Olhem, desculpem meter-me na conversa, eu não queria estar a ouvir, mas foi impossível, esqueçam lá Menorca e o Algarve, a Croácia mete esses dois sítios num bolso, principalmente para um casal jovem como vocês!”. Olhamos para o senhor, olhamos um para o outro, e toda a gente se começou a rir, porque naquele preciso momento ninguém tinha referido a Croácia. Lá entramos na conversa com o senhor, mas ficamos hesitantes por causa dos preços dos voos. Mas, naquele dia, tomamos a decisão de procurar melhor e de pensar melhor sobre o assunto.

Andei mais de um mês na busca pelos melhores voos e dentro do nosso orçamento, e no dia que encontrei compramos. Foi difícil, acreditem que foi difícil, pesquisei muito, li muitos blogs, mas lá conseguimos por um preço bastante razoável e dentro do nosso orçamento, e compramos.

Ir à Croácia era um sonho, tanto para mim, como para ele e nunca pensei um dia pousar os pés em terras croatas. Depois de tirarmos os voos, comecei a estruturar todos os dias que lá estaríamos, porque havia sítios que queria obrigatoriamente conhecer, e precisava medir distâncias, perceber qual seria a melhor forma de nos deslocarmos, e coisas afins.

Foi fácil de organizarmos, porque sabíamos bem aquilo que queríamos, queríamos conhecer, mas queríamos descansar, por isso não precisávamos de ir a todos os sítios e mais alguns, porque seria extremamente cansativo. Então, nos 8 dias que fui, dividi todos os dias por manhã e tarde, para perceber qual seria a melhor maneira de nos deslocarmos e as horas mais apropriadas para o fazer, e com isso jogamos com os horários de check-in e check-out dos apartamentos onde ficamos. Ficamos sempre em apartamentos, fizemos as reservas pelo Booking, não confio muito no airnb, e não nos arrependemos, porque cada apartamento era melhor que o outro. Estabelecemos, desde início, um orçamento por noite, porque fomos mudando de apartamento quase todos os dias e anotamos os principais requisitos para as reservas, o mais importante era ter estacionamento gratuito, porque estaríamos sempre de carro. Naturalmente, que uns ficaram mais económicos que os outros, o que nos permitiu investir e gastar noutras coisas.

Aterramos e deslocamos no aeroporto de Split, que fica praticamente a meio de país, alugamos carro no aeroporto e decidimos primeiro subir a costa para norte, para irmos a Zadar e aos parques Plitvice, e depois descer para Dubrovnik.

Ficamos a primeira noite em Split, nos apartamentos Simoni, muito confortável, no centro histórico da cidade, mesmo muito bem localizado, com estacionamento gratuito sujeito a reserva, e o proprietário foi muito simpático e adoramos anfitriões simpáticos, disponíveis e acessíveis. Chegamos a Split perto das 19.00h e gostamos logo da cidade, pelas cores, pela vida, pela música. Estava uma noite quente e as ruas estavam cheias de gente. Saímos para jantar, e ainda tivemos tempo de passear e conhecer as muralhas da cidade. Para uma quarta-feira de setembro, ficamos admirados pela movimentação nas ruas e pela iluminação. Deu para conhecer um bocadinho de Split, ficamos com pena de não ter conhecido mais.

 

 

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(Palácio de Diocleciano - Split)

 

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(Split na noite em que chegamos, estavam 28C e uma noite mesmo muito bonita)

Tiramos o segundo dia para ir à ilha de Brac, a uma das praias mais bonitas da Croácia, Zlatni Rat e assim o fizemos. Não foi dos sítios que mais gostamos, mas foi uma experiência e foi o nosso primeiro impacto com as praias da Croácia. Split é dos melhores pontos de partida para ir às ilhas, só fomos a Brac, mas quem quiser ir a Hvar, Vis, o sítio mais indicado para apanhar os ferrys é em Split, porque há ligação para quase todas as ilhas. Fizemos o check-out e deixamos o carro no estacionamento do apartamento, porque o senhor foi incrivelmente simpático. Do apartamento onde ficamos ao ferry foram cinco minutos a pé, paramos para tomar o pequeno-almoço numa esplanada na avenida principal, mesmo de frente para a marinha. Tirei os bilhetes do ferry online, no site da companhia, mas azar dos azares perdemos o ferry das 9h, e o segundo só partia às 11.15h. Descontraídos como somos, principalmente quando estamos de férias, pensamos logo em passear por Split, e a nossa primeira ideia foi conhecer a praia mais próxima. O nosso melhor amigo foi sempre o google maps, e a praia mais próxima ficava nem a cinco minutos e era espetacular, foi a única praia onde vimos areia, apesar de escura, e a única onde tínhamos pé durante muito tempo.

O único problema do nosso atraso foi o que veio a seguir. Queríamos ter aproveitado mais a ilha e a praia e não tivemos muito tempo. O ferry era ás 11.15h e demorava cerca de 50m a chegar à ilha, sendo que da ilha até à praia em questão tínhamos de apanhar um autocarro que demorava cerca de 40/50m, e como queríamos ir para Zadar ao final do dia, não podíamos apanhar o ferry das 20h, mas tínhamos de apanhar o ferry das 18.30h, pelo que tínhamos de sair da praia às 16.30h, porque era o horário do autocarro. Então tivemos pouquíssimo tempo na praia, mas nada que nos preocupasse. Gostamos sempre de começar o dia cedo, muito cedo até, para aproveitar tudo com o máximo de tempo e sem pressas, mas também somos muito relaxados quando estamos de férias.

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(o pôr do sol visto do ferry à chegada de Split)

Saímos de Split perto das 19h e rumamos a Zadar, sempre com o google maps. As autoestradas da Croácia são muito boas e muito semelhantes às nossas, mesmo os limites de velocidade, rondam sempre entre os 100 e os 130km/hora. No entanto, se pensam visitar a Croácia, e fazer algo deste género, preparem-se porque as viagens são muito longas e extremamente cansativas, principalmente para quem conduz. Aconselho mesmo a conduzirem duas pessoas se possível, fica mais caro no aluguer do carro, mas há um equilíbrio. A viagem de Split a Zadar foi muito longa, quase 4 horas, e chegamos tarde a Zadar, já rondavam as 22.00h. Ao organizar a viagem percebemos que poderíamos chegar tarde a alguns sítios, então enviamos email a todos os apartamentos a informar dessa questão, para evitar problemas.

Queríamos ir a Zadar ver o órgão do mar, a saudação ao sol, e o tão badalado pôr-do-sol. E valeu muito a pena! No dia que chegamos só conseguimos passear pela marginal e dentro das muralhas, porque chegamos de noite. No dia seguinte, passamos a manhã no centro histórico e, durante a tarde, fomos a uma praia próxima. Ao final do dia voltamos a Zadar para o pôr do sol. Foi dos momentos mais bonitos da nossa viagem! Aliás, um dos momentos mais bonitos da viagem, foi na noite que chegamos a Zadar, a primeira vez que ouvimos o órgão foi inexplicável, porque é mesmo bonito. Não estava ninguém na rua, aqueles momentos muito calmos das cidades turísticas, não passava ninguém na marginal, e o mar estava calmíssimo. Quando começamos a ouvir a música do órgão nem parecia verdade, porque o mar quase que não se mexia. Zadar valeu muito a pena, mas mal sabíamos o que nos esperava! Ficamos apaixonados por Zadar, não sabíamos que cada sítio nos ia roubar o coração de forma tão diferente. Em Zadar, o apartamento já não era tão bem situado, mas era lindo e fomos muito bem recebidos pela anfitriã, que falava melhor francês que croata.

 

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( a "praia" que encontramos em Zadar, com uma piscina natural onde estavam a treinar pólo aquático, desporto muito comum em terras crotas)

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(uma das entradas para o centro histórico de Zadar)

 

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(em Zadar, um dos corta caminhos que nos levou à praia anterior)

 

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(o centro histórico de Zadar)

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(qualquer fotografia é incapaz de mostrar a magia deste lugar e deste pôr-do-sol, porque o que o torna mágico é a música do mar. Mas cá fica uma fotografia do que dizem ser o mais bonito em Zadar, o pôr do sol)

 

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(a saudação ao sol)

Saíamos de Zadar nesse dia, ao final do dia, já rondava as 22h em direção aos tão famosos lagos de Plitvice, e mais uma vez a viagem não foi rápida, demoramos cerca de 3h30m a chegar. A viagem de carro até Plitvice é como entrar num país diferente, porque deixamos de ver o mar ao nosso lado e passamos a ver montanhas. Saímos de Zadar com 29C e chegamos a Plitvice com 8C, foi um choque térmico grande para quem ia de t-shirt, calções e chinelo de dedo. Ficamos num apartamento perto dos lagos, muito confortável e bonito, e na manhã seguinte, bem cedo, lá fomos. Compramos os bilhetes online, e a hora de entrada era entre as 9h e as 10h. Compensa começar os parques bem cedo, para se acabar relativamente cedo. Existem várias rotas, visto que o parque é enorme, e optamos por fazer uma rota intermédia, a Rota C, que passa pelos lagos inferiores e superiores, e ronda os 8/10km. Os lagos Plitvice são paragem obrigatória da Croácia, é só isso que tenho para vos dizer, vale cada centavo do bilhete, que não é propriamente barato, mas é lindo! A natureza no seu estado mais puro e intocável, porque é notória a preservação e conservação do local.

 

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(sempre achei que fosse mentira, mas não é, é muito real e é lindo! Esta fotografia foi a nossa entrada nos parques e ficamos logo fascinados!)

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De Plitvice a ideia inicial era partir para Dubrovnik, mas a viagem de carro eram quase 5h, e como tínhamos de passar a fronteira da Bósnia, e não o queríamos fazer de noite, recuámos na ideia. Procurámos, então, outros sítios agradáveis para ficar uma noite mais perto de Dubrovnik. Encontramos no mapa Markarska, que basicamente se divide em duas zonas muito turisiticas: Brela e Baska Voda. O nosso apartamento era em Brela, o Villa Bose, mesmo em frente ao mar, com uma vista linda e a proprietária foi só espetacular. Foi o sítio que mais gostamos de ficar e se soubéssemos tínhamos lá ficado mais tempo. Quando se leva poucas expectativas, é o que mais nos surpreende. É o sítio que mais recomendo, porque é absolutamente lindo! Em Brela não há muito para conhecer, só as praias, se querem uns dias só de praia, apostem em Markarska! Chegamos novamente de noite, perto das 21h, só tivemos tempo de jantar e voltar para o apartamento. No dia seguinte, tomamos o pequeno almoço na varanda do quarto, e fomos aproveitar o resto do dia na praia.

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(a vista do apartamento)

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(as prais em Brela)

 

De Brela, partimos para Dubrovnik, a viagem de carro já não foi tão longa, e desta vez fizemos a viagem toda pela nacional, que oferece paisagens de cortar a respiração. Saímos de Brela perto das 16.30h, queríamos passar na fronteira de dia, e chegar relativamente cedo a Dubrovnik. Ainda paramos na Bósnia para tomar café e recarregar energias, e chegamos a Dubrovnik ao final do dia, rondava as 20h.

Quando reservámos os apartamentos enganamo-nos nas datas e falhou-nos um dia em Dubrovnik. O primeiro apartamento não era reembolsável e já não dava para alargar uma noite, porque estava esgotado. A única opção foi reservarmos outro e assim o fizemos. Passamos três noites em Dubrovnik, em dois apartamentos diferentes. O primeiro apartamento foi, talvez, o pior em que ficamos. Perdeu por algumas coisas, ganhou por outras, mas se fizer um balanço foi o mais fraquinho. Gostamos muito do segundo apartamento, apesar de longe do centro histórico.

Em Dubrovnik apaixonámo-nos, não tanto pela cidade em si, não somos fãs de GOT, mas pelo pôr-do-sol que vimos. Somos apaixonados pelo sol e pelo mar, e os três dias que passamos em Dubrovnik permitiram-nos ver dos pôr-do-sol mais bonitos da nossa vida. E, gostamos de Dubrovnik, mas não nos roubou o coração como Brela, ou como Zadar, ou até como Split, e sei que somos estranhos por dizer isto. Quem já esteve na Croácia dirá certamente o contrário, mas são os nossos factos, identificamo-nos mais com Split do que com Dubrovnik e as suas multidões. É uma cidade extremamente cara, os preços chegam a ser mesmo exorbitantes.

Para visitar a cidade compramos o DubrovnikCard para um dia, rondou os 30€ por pessoa, o que nos permitiu passear por cima das muralhas e ofereceu-nos descontos nos restaurantes onde almoçamos e jantamos, além de que permitia usufruir de todos os transportes públicos. Aproveitamos o último ponto para voltar para o apartamento. Tinha outros descontos que não usufruímos, como descontos nas lojas de souvenirs, e em museus e tours.

 

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(o pôr do sol na viagem para Dubrovnik)

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(a entrada nas muralhas de Dubrovnik)

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(Para os fãs de Game of Thrones acho que esta imagem vos diz alguma coisa!)

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(o primeiro pôr do sol em Dubrovnik ao som das andorinhas)

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(Dubrovnik à noite)

 

De Dubrovnik, fomos passar a última noite a Trogir, sítio estrategicamente escolhido, nem nós sabíamos disso, por ser muito pertinho do aeroporto. Chegamos a Trogir ao final do dia, vimos o por do sol pelo caminho. Aproveitamos a manhã do último dia para passear por Trogir e comprar as lembranças que nos faltavam, e de Trogir ao aeroporto de Split foram menos de 5 minutos de carro. Trogir fez-nos lembrar em parte Split, mas em menor escala, mas gostamos muito da pequena cidade, das muralhas, do porto.

 

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(Trogir, pequenino, mas charmoso, gostamos muito)

Questões importantes sobre a Croácia:

  1. Alugar carro é importante para este tipo de férias. Só dificulta o estacionamento. Não sentimos dificuldade nenhuma nisso, porque não nos importamos nada de andar mais um bocado. Fizemos um equilíbrio entre deixar o carro longe e os parques de estacionamento, que são caros.
  2. A moeda não é o Euro, e ao contrário do que li, não é muito fácil encontrar sítios que aceitem o euro. Por isso, levem Kunas, a moeda croata, que apesar de desvalorizada, não faz o país ser barato. Pagamos quase sempre com multibanco, aliás preferíamos sítios que aceitassem multibanco, e coisas pequenas fomos pagando com kunas, ainda assim tivemos de levantar dinheiro duas vezes. Porque, por exemplo, para comprar souvenirs, ou água, compras pequenas em minimercados usávamos a kuna.
  3. O país não é barato, apesar de se sentir uma discrepância enorme entre Dubrovnik e o restante país. É, efetivamente, a cidade mais cara.
  4. É um país muito limpo, pelo menos achamos isso, nunca vimos lixo no chão ou nas praias, só nalgumas zonas de Dubrovnik, derivado também do movimento dos barcos.
  5. O café é bom, a cerveja também, a gastronomia é maioritariamente influenciada pela italiana. Até os restaurantes típicos tem pizzas e massas na lista. Se querem comer típico perguntem, foi o que nós fizemos, e assim fomos comendo algumas coisas típicas, mas nada que nos seja muito estranho.
  6. Setembro foi uma ótima altura para irmos, apanhamos calor todos os dias, mas não aquele calor insuportável. O tempo estava agradável. Além disso, não apanhamos aquele turismo em massa.
  7. A Croácia tem muito para oferecer, é um destino de praia, mas não só, tem praias lindíssimas e a temperatura do mar é do melhor, é muito morninha, mas refresca. Mas, também tem muita história para conhecer e descobrir e cada cantinho é melhor que o outro. Já as praias, não esperem encontrar praias como as nossas, com areais enormes e areia branca. O melhor é levar uns aquashoes, para não fazermos figuras de bailarinos, como vimos algumas pessoas.
  8. Conclusão das conclusões, se forem à procura de praia esqueçam os principais pontos turisticos, Brela e Baska Voda são boas opções, zonas calmas, com turismo, mas não em massa. Se gostam de confusão e turismo em grandes massas, apostem em Dubrovnik, ainda assim achei suportável).

 

A Croácia valeu muito a pena, voltaremos um dia de certeza visitar os sítios que nos faltaram! Soube-nos pela vida estas férias, foram mais do que merecidas, uma lufada de ar fresco, e agora é juntar, poupar e pensar nas próximas!

 

Grécia, Israel ou Chipre? Digam de vossa justiça, porque estamos a aceitar todas as opiniões e sugestões!

 

 

"A felicidade é de como se viaja e não do seu destino.”

Roy M. Goodman

 

14
Abr18

A primeira parte da nossa primeira viagem a dois

mudadelinha

Ando para escrever sobre este assunto há séculos, mas quando começo a escrever não me sai nada, porque nunca sei em concreto o que quero falar. Pensei então começar por escrever como decidimos, escolhemos o sítio, os nossos medos e afins, para depois contar a viagem propriamente dita. Um aviso importante: a história destas férias remonta a 2016, finais de outubro, inícios de novembro, mais concretamente.

Namorávamos há dois anos e tínhamos trabalhado o verão todo juntos e ao longo de todo o verão só o ouvia dizer “Este ano quero ir de férias!” e andava sempre com isto, bastava falar-se em férias, praia e sol e ele dizia sempre o mesmo. Nunca tinha ido de férias com ninguém, namorado, amigos, sozinha, só com os meus pais e uns amigos dos meus pais, pelo que não conta, porque de forma independente nunca o tinha feito, ao contrário dele que já foi de férias com os amigos mais que uma vez. Então, custava-me a crer que fossemos a algum sitio, porque o meu orçamento era realmente baixo naquele ano e não me podia por a sonhar com férias, se bem que todos os dias pensava na hipótese, mas parecia-me sempre demasiado remota. Até porque naquele ano tudo indicava que ele teria férias muito tarde para podermos ir fazer praia para um sítio económico. Quando começamos mesmo a por hipótese de irmos a algum lado, os sítios que nos surgiam eram incertos pela razão que mencionei, estávamos em finais de outubro, inícios de novembro, e arriscarmos em sítios como Palma de Maiorca, Menorca, Tenerife, Canárias e outros que pensámos era como darmos um tiro no escuro, porque o clima nesses sítios naquela altura já não era para se fazer praia e apanhar sol. Tentei convence-lo a fazermos umas férias diferentes e cheguei mesmo a ver preços para cidades europeias e fazermos uma viagem mais cultural, mas ele nunca cedeu, teimou até à última que queria praia e sol, o que até me agradava porque naquele verão quase que não tinha feito praia e porque adoro.

Lembro-me perfeitamente do momento em que dei de caras com a viagem que acabamos por fazer e da minha reação. Deixei até à última a decisão se íamos ou não a algum lado fora de Portugal, eu estava cheia de medos, normais de quem nunca foi de férias com o namorado e com ninguém mesmo. Quando me decidi que queria ir de férias, que tinha orçamento para isso, que podia estar descansada com isso, lá comecei a ver preços. Aliás, antes de começar a ver os preços, vi as datas e comecei a fazer uma suave pesquisa meteorológica, apesar de incerto acabou por me dar umas luzes se teríamos alguma sorte ou nenhuma. A melhor hipótese parecia ser Palma de Maiorca, os sites indicavam que estaria sol todos os dias e apesar de não estar um calor de morrer, a temperatura rondaria os 20/25ºC, o que me pareceu muito bom para a altura.

Numa das minhas muitas pesquisas, encontrei uma viagem, nos dias que queríamos, que achei muito barata, 170€ (acho!) para os dois. O voo para Palma era direto e num horário razoável e o voo para o Porto tinha uma escala de um dia em Madrid, que pensei que podíamos aproveitar a oportunidade para conhecer Madrid, já que nenhum conhecia e naquela escala tínhamos mais que tempo para o fazer. A viagem encontrava-se aquele preço, suponho, pela altura e por serem os últimos lugares, diz uma pouco entendida no assunto. Acabou por ser aquela mesma viagem que compramos logo no dia seguinte e lembro-me perfeitamente de ter recebido o email de confirmação da companhia aérea e ter pensado “Vamos mesmo! Oh meu deus como é que vai ser?”.

Foi a nossa primeira viagem a dois, para um país que não o nosso, e com todas as incertezas possíveis à mistura. Digo-vos que o meu principal medo e penso que o dele também era que não nos dessemos bem, ou que fossemos completamente incompatíveis em qualquer coisa que desconhecíamos. E esse era mesmo o meu principal medo. Já tínhamos ido passar um dia ao Gerês só os dois, já tínhamos ido a Dornes no anterior e até passamos lá a noite, mas uma coisa é passar um dia, uma noite, outra é passar 5 dias com a mesma pessoa, eu pelo menos acho que são coisas diferentes.

Ele acabou por tratar do hotel, e foi também a primeira vez que trabalhamos com o Booking, mais um medo à mistura. Todos nos diziam que era muito seguro, mas até termos a nossa experiência não sabemos se é ou não. Felizmente foi e ficamos mesmo felizes com isso, adoramos o hotel, os funcionários, a limpeza, a localização, a comida, o pequeno almoço, tudo, e não ficou nada caro que foi o que mais nos satisfez. A escolha estava mais que aprovada!

Hoje rimo-nos disto, mas tivemos mesmo MUITA sorte para quem foi de férias para Palma de Maiorca em Novembro, porque apanhamos 4 dias de praia maravilhosos e no último dia começou a chover quando estávamos já a chegar ao hotel para vir embora. Fizemos praia todos os dias e o único senão era que o dia já era muito pequeno, começava a anoitecer perto das 16.30h/17.00h e à noite arrefecia um bocadinho, mas andamos todos os dias de calções à noite e todos os dias íamos molhar os pés ao mar porque a temperatura da água era maravilhosa.

Adoramos Palma, diz-se que não devemos voltar aos sítios onde já fomos felizes, mas estamos ansiosos por lá voltar. Fomos muito felizes em Palma e concordamos os dois com isso, por nós tinhamos lá ficado, mas é tão bom voltar a casa também. Numa próxima vez espero contar os que andamos por lá a fazer nos ¾ dias que lá estivemos.

 

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Esra fotografia é do meu telémovel e é das minhas preferidas.

 

 

25
Mar18

Como organizo as minhas férias

mudadelinha

Decidi começar a semana com um post sobre férias, e ainda falta tanto tempo. A ideia deste post surgiu-me porque já ando a pensar na próxima viagem com o L. As nossas férias normalmente são entre finais de setembro/inícios de outubro, as nossas primeiras férias foram em novembro, e nunca conseguimos muito mais que 4/5 dias de férias fora daqui porque em finais de setembro tenho aniversários importantes na família e nunca queremos faltar. E se as férias não forem em setembro, se forem por exemplo em outubro/novembro já não estou de férias o que ainda torna a tarefa mais difícil. Por isso é realmente importante começar a pensar nelas com muito antecedência, e ajuda imenso ele saber as férias dele com essa antecedência porque facilita-nos a tarefa. No ano que fomos a Palma de Maiorca ele só soube as férias exatas com um mês de antecedência, então aquilo foi marcado mesmo em cima da hora e porque encontramos bons preços, caso contrário não tínhamos ido a lado nenhum.

O primeiro passo, depois de saber quando podemos marcar as benditas férias, é listar os locais/países que queremos ou pensamos visitar, para começarmos a ver as viagens e os preços, para sabermos se se encontram dentro do orçamento que definimos. Sim, porque pensarmos no orçamente é o primeirinho passo, só não o considerei o primeiro porque surge de uma forma natural, quanto mais low-cost for melhor, é sempre isso que procuramos, por isso os locais/países que procuramos visitar estão sempre dentro dessa ideia. Por exemplo, adorava ir à Tailândia e ao sul asiático, mas não vou considerar a Tailândia na minha lista porque não tenho orçamento para isso, então deixemo-nos por Palma de Maiorca, Itália, Tenerife e a Europa de uma maneira geral, e numa outra altura pensamos nesses destinos. Dentro desta primeira fase, o passo seguinte, depois de começarmos a pensar nos locais e de fazermos uma lista em conjunto, é definirmos se queremos uma viagem de cultura, de praia ou das duas coisas em simultâneo. Isto faz todo o sentido devido à altura em que tiramos ou queremos tirar férias, tendo em conta que se quisermos tirar férias em novembro/dezembro na europa, dificilmente vamos poder fazer praia, e se nos quisermos arriscar convém que seja um sitio que tenha coisas para visitarmos e cultura para conhecermos, ao contrário teremos as férias estragadas. Precisamos, desde logo, definir quatro ou cinco sítios onde gostaríamos de ir, para começarmos na procura de preços.

Então, o segundo passo é esse mesmo, começarmos a ver os preços dos voos, para conseguirmos ter uma noção dos preços das viagens, se fica barato, se fica caro, se está dentro do nosso orçamento ir a determinado sitio. À medida que começamos a ver as viagens podemos excluir ou incluir sítios que não estavam previstos inicialmente. Aconteceu-nos isso quando fomos a Palma de Maiorca há dois anos, não estava de todo previsto, mas quando começamos a ver os preços chamou-nos a atenção e lá começamos a explorar melhorar a hipótese. Eu nunca fiz um post sobre a nossa viagem a Palma, é um post que quero muito fazer porque foi realmente uma viagem muito agradável, foram as nossas primeiras férias juntas e, falo por mim, e acho que por ele também, fomos muito felizes lá e queremos muito lá voltar, andamos sempre a falar nisso aliás.

Se neste último passo conseguirmos chegar a uma conclusão de dois ou três locais que nos interessam, começamos à procura de opiniões, entre amigos, blogs, canais de youtube onde se encontram opiniões mesmo úteis. Tentamos saber mais ao menos os preços, a qualidade de vida nesses sítios, se são muito caros, se têm preços acessíveis de estadia e alimentação, também para pensarmos qual a melhor opção a nível de regime do hotel/hostel. Isto ajuda-nos a escolhermos um sitio, aquele que nos parece melhor dentro daquilo que procuramos, com os preços mais acessíveis, mesmo a nível de transportes, de mobilidade dentro desse país, o que há para visitar, se fica muito caro, dentro dessas coisas.  

Quando definimos qual é o melhor sitio, a melhor viagem, com os preços que queremos, escolhemos o voo que nos dá mais jeito, é este o terceiro passo. Muitas vezes, e parece-me que é o que vai acontecer desta vez, acabamos por conjugar voos, porque o voo direto fica muito caro ou porque tem escalas que não nos agrada muito, então tentamos ver os voos separados ou fazer as nossas próprias escalas. A nossa ideia este ano é Malta e os voos do Porto não ficam muito baratos, além de que não encontramos voos diretos, e as escalas não nos agradam de todo. Não somos contra escalas, bem pelo contrário, há escalas que nos permitem conhecer outras cidades, como nos aconteceu em Palma, que fizemos uma escala em Madrid de um dia, e aproveitamos para conhecer Madrid, que nenhum dos dois conhecia. Mas, desta vez nem isso está a acontecer, as escalas são estúpidas, e grande parte são em Madrid, o que também não ajuda.

O quarto passo desta aventura, tentamos sempre pensar e alinhar tudo, é o alojamento. Normalmente, usamos o Booking, parece-nos ser o melhor site e ainda não tivemos razão de queixa de todas as vezes que o usamos. E para escolhermos o sitio onde queremos ficar a dormir, temos alguns critérios, que nem sempre tornam a tarefa fácil: 1) perto do centro, mas ao mesmo tempo não muito longe do aeroporto, ou seja a localização do sitio. Tentamos sempre ver no mapa qual a distância. 2) a pontuação, vemos sempre os comentários e as criticas das pessoas que já estiveram lá alojadas. Ainda esta semana, estávamos a ver os hotéis/hostels/apartamentos para Malta, tentamos sempre dar o beneficio da dúvida, sabemos perfeitamente que há opiniões para tudo e há pessoas que exageram imenso, por isso este critério é sempre flexível, e encontramos um hotel dentro do nosso preço, que nos parecia muito agradável, com boa pontuação e com uma decoração muito engraçada. Vimos as fotografias primeiro e depois passamos aos comentários. Logo nos primeiros comentários tinha alguém que falava de baratas e insetos pequeninos dentro do quarto, achamos aquilo estranho, mas não demos muita importância, como disse, as pessoas podem exagerar, mas lemos mais uns comentários e aparece outro, que não só falava em insetos, como em baratas grandinhas dentro do hotel, e que o hotel não primava propriamente pela limpeza. Bem, um é estranho, dois é demais para arriscar. 3) A limpeza do lugar, é o que mais nos interessa nos comentários que lemos. 4) As camas, tenho de admitir que se há coisa que me irrita é quando chegamos ao quarto e ao invés de uma cama de casal são duas camas pequenas juntas, preciso respirar. 5) Se formos para um sitio com praias, não o queremos na primeira linha da praia, os preços não são muito acessíveis, mas tentamos que não seja a 10km da praia. Além destes critérios muitos outros nos vão surgindo, como a alimentação, se o pequeno almoço é bom ou não, se os funcionários são simpáticos ou arrogantes, os horários do check-in e check-out, o cancelamento gratuito, o pagamento poder ser lá feito, prefiro muito mais a paypal ou cartão de crédito que não usamos. Estes critérios não estão por ordem de preferência, o único mesmo porque é o mais importante para nós é mesmo o primeiro, a localização.

Por último, depois de escolhido o sitio onde vamos ficar, começamos a esquematizar os nossos dias, o que vamos e queremos fazer em cada um dos dias, o que temos tempo e o que não temos tempo. Encontrámos sempre imensa informação na internet, há imensos blogs hoje sobre viagens e canais de youtube, é fácil de encontrarmos o que queremos. Começamos então a fazer um mini-calendário daquilo que se faz naquele sitio, quais são as melhores sugestões, as melhores praias, as melhores visitas, como nos podemos mover, se há uma boa rede de transportes, de metro ou autocarros, onde podemos encontrar o ferry, quais os horários de cada um. Claro que este plano é sempre flexível e grande parte das vezes nem o seguimos, mas gostamos de levar programado algumas coisas e de sabermos previamente o que se faz e o que não se faz.

Este ano, tal como nos anos anteriores, ainda estamos a programar tudo direitinho, a estudar todas as opções, estamos ali entre o primeiro e o segundo passo, se bem que há muito que tínhamos listado os sítios que queríamos e no fim ficamos indecisos entre voltar a Palma ou visitar um sitio novo. Estamos mais inclinados em deixar a segunda visita a Palma para outra altura e conhecermos um sitio novo e as opiniões sobre Malta têm sido muito positivas, se bem que acho que se formos a Malta, vamos à procura de Palma, e tenho receio disso.

 

Aceitam-se todas as sugestões, mas deixo por aqui a minha forma de organizar férias. Ah! É lógico, o primeiro passo mesmo é termos capacidade financeira para podemos viajar, se não a tivermos ficamos por cá e conhecemos mais um bocadinho do nosso país ou do país vizinho como fizemos o ano passado.

 

06
Mar18

Coisas do amor #9

mudadelinha

Estávamos a falar de férias com um amigo e ele estava a comentar connosco que as férias em casal é a melhor forma de as duas pessoas se conhecerem, de conhecerem habitos e rotinas, manias e traumas. Concordo plenamente, férias servem para isso e muito mais, tanto eu como o L. concordamos com isso, apesar de não termos ido de férias assim tantas vezes quanto isso.

No meio da conversa, pergunto-lhe descaradamente, apesar de aqui só para nós, já estava a contar com a resposta, mas quis perguntar-lhe o que, afinal, descobriu sobre mim que já não soubesse. A primeira vez que fomos de férias já namorávamos há dois anos, apesar de já termos ido passear muitas vezes, férias no seu verdadeiro sentido nunca tinhamos feito.

A resposta dele foi muito simples, depois de se rir um bocadinho com a minha pergunta:

- Que pergunta fácil! Tu já me tinhas dito muito vezes mas até ver não me acreditava. - riu-se novamente - Tu adormeces em qualquer sitío, consegues ser pior que os bebés e as crianças. - desta vez, ri-me porque, como disse, já esperava a resposta - Tu dormes de pé, nas escadas, num banco de jardim, numa mesa de café, em qualquer lado! E se eu não estiver atento, continuo a andar e tu ali ficas! Ah e mais, consegues dormir mais que eu, o que me choca mesmo porque é muito dificil e ainda dormes muito melhor que eu porque desmaias literalmente. 

 

 

Isto não é totalmente verdade, quer dizer, talvez seja grande parte. Quando fomos a Madrid estava TÃO cansada (escolhi mal o calçado) que adormecia em qualquer lugar. Tenho umas histórias engraçadas neste sentido para contar sobre esta viagem. E rimo-nos sempre imenso quando nos lembrámos de alguma, principalmente quando adormeci durante um concerto que vimos nessa viagem.

 

O amor também é isto, rirmo-nos destes momentos, que no momento não têm muita piada, mas que são histórias!

E por mim ia já de férias amanhã... com um calçado confortável, aprendi a lição em Madrid.

 

30
Dez17

O melhor de 2017

mudadelinha

Aquilo que mais me marcou em 2017

 

Série televisa:

Fácil. Tenho três na ponta da língua, aliás, quatro: Anatomia de Grey, Prision Break, This is Us e 13 Reasons Why. Se tiver de escoher apenas uma escolho This is Us. 

 

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(retirada da internet)

 

Livro:

Não é dificil porque não li muito, mas do pouco que li um livro roubou-me o coração: No meu mundo de Jodi Picoult. 

 

Música:

De entre muitas outras, a música que sinto que veio para ficar nos meus ouvidos: A Vida Toda de Carolina Deslandes.

 

App:

Não é bem uma aplicação, mas é uma ferramenta que me dá imenso jeito e que gostei muito de utilizar ao longo do ano: o google photos. 

 

Momento:

365 dias dão azo a muitos momentos bons e maus. Mas aquele que mudou tudo foi a conclusão da minha licenciatura. Podia falar de muitos outros, mas estariam sempre relacionados.

 

Viagem: 

Este ano não tive oportunidade de viajar, nem de conhecer outro sitío. O único sitio novo que conheci e que adorei, passei lá cinco dias, foi Sanxenxo e Baiona em Espanha. Fiquei incrivelmente apaixonada por Baiona e espero muito voltar, até porque não fica nada longe e é uma cidade linda.

 

20170923_203537.jpg

(Esta fotografia é da minha autoria)

 

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