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Coisas (des)Interessantes

Coisas (des)Interessantes

28
Jun20

Inícios de semanas complicados

mudadelinha

Durante o dia de sábado decidi fazer uma coisa que há muito que não fazia, que foi ouvir discos que andavam perdidos aqui por casa. Cds que ouvia nos meus anteriores carros, seguramente com 10 anos ou mais. Perdi o dia todo nisso. Durante essa tarefa, apercebi-me que a minha mais recente pen drive e o meu disco externo me estavam a dar indicação de problemas, mas para não entrar em pânico, decidi não dar muita importância. No fim de jantar, dediquei-me ao assunto, e foi aí que me caiu a ficha. Nem uma coisa, nem a outra estavam a funcionar, e aí sim entrei em pânico, porque na pen tinha as coisas do dia a dia, que também estavam no disco, com exceção de documentos mais recentes, mas ao deixar de funcionar os dois, bem a história aí mudou de figura. Entrei em pânico, e é engraçado como por coisas tão banais, sentimos a nossa vida andar tão para trás. Quer dizer, mais até no disco do que na pen, tenho lá trabalho guardado desde sempre, é lá onde guardo T-U-D-O. Mas, o que me revoltou mesmo foi a pena, porque tem seguramente menos de um mês, foi das minhas poucas aquisições durante a quarentena, pela falta que me fazia no trabalho, investi mais um bocadinho para ser um bom instrumento, e de repente deixou de funcionar, sem motivo aparente, porque sou muito cuidadosa com isso, já por saber que isso pode acontecer.

 

A minha vontade era ligar para a loja e dar-lhes um bom recado, mas de certeza que iam descartar responsabilidades, porque a pen já está comigo há mais de um mês. A minha esperança é conhecer alguém habilidoso, das áreas informáticas, que me resolva o problema e pelo menos me consiga guardar o que tenho no disco, já nem falo da pen. 

 

Fico revoltada comigo como é que um assunto tão pequeno me consome tanta energia e me afeta desta maneira, mas é o trabalho de uma vida que está ali. É que até o meu CV desaparece. 

 

Espero que o resto da semana me corra melhor, porque assim a coisa não vai lá.

 

Boa semana a todos.

02
Abr16

daquelas coisas

mudadelinha

O ano passado no Natal (em 2015 mais concretamente) o moço ofereceu-me, um acessório informático que já queria à alguns anos, mas nunca tinha tido a oportunidade de comprar. Um disco rigído externo para o computador. Bem mas que jeitinho que me está a dar! Tinha o computador completamente atolhado de coisas, da faculdade, fotos, músicas, documentos aleatórios... Imensa imensa coisa! Despejei tudo para o disco, ainda para mais é super fofinho, é pequeno o que o torna super prático, comoo se fosse uma pen mas com uma capacidade maior de armazenamento!

 

Anto toda contente! :)

12
Abr14

é tudo muito bonito mas...

mudadelinha

Como já referi algures por este blog, em minha casa sempre foi tudo muito tradicional. Podia enumerar aqui umas quantas superstições e, outras quantas manias. Não sei se é só em minha casa ou, se é uma daquelas superstições nacionais, quando se diz que não se pode pôr a carteira, a mala, no chão. E, mas porquê, perguntam vocês e, com toda a razão. Porque estás a dar o teu dinheiro ao diabo! E, é assim, foi com isto e, com outras tantas coisas que cresci.

 

Mas, como comecei a dizer e, já me estava a desviar ligeiramente do assunto, que quero falar. Não só nestas superstições, em tudo o resto, venho de raízes muito conservadoras, muito tradicionais e, chegaria mesmo a dizer, muito católicas. Todos os meus “exemplos” adultos tomaram o mesmo percurso de vida, o típico percurso: estudar, casar, ter filhos, envelhecer e, claro está, morrer. Se alguém fizer isto ao contrário, tenho a certeza que será um escândalo. Mas, não só isto, tudo resto é igual, quer nos meus pais, quer nos meus tios, quer nos meus avós. A própria educação que cada um recebeu é muito semelhante. Claro que somos todos diferentes, uns acataram certas regras, os outros não. Uns resmungam, os outros não.

Isto tudo para se contextualizarem naquilo que quero explicar.

 

Tanto eu, como a minha irmã recebemos o nosso primeiro telemóvel aos 14 anos de idade. Na minha (pré) adolescência ainda não existia facebook, como todos devem saber, era o HI5 e, o meu único perfil foi construído nos meus 15 anos. Antes disso, pouco ou nenhum contacto tinha com computadores ou, mesmo com a internet. Os meus trabalhos para a escola eram feitos a consultar livros, ouvir música significava comprar CD’S, ver filmes significava comprar DVD’S ou cassetes de vídeo e, ler significava comprar livros. Sou muito mais fã de cassetes, por falar nisso, tenho a colecção todinha dos filmes da Disney e, da Heidi e, do Marco. E… que bela infância! Não precisei da internet para ser uma criança feliz e saudável!

 

Os tempos mudaram, a tecnologia evolui e, instalou-se entre nós. Estamos definitivamente a viver a época tecnológica e informática. Muito se falou… muito estudei sobre a globalização, sobre o desenvolvimento tecnológico e, cá está ele. Desde tablet’s, smartphones, iphones (que já perdi a conta de todas as actualizações), note-books e, afins… ninguém sabe hoje viver um dia sem um destes instrumentos. Nem eu. Mas, nem é isso que eu não gosto de ver. O que não gosto eu de ver é, realmente, as próprias crianças e, a sua educação serem dependentes disso. Crianças com seis anos terem um telemóvel… alguém me explique para que é que uma criança precisa de um telemóvel? De um Tablet?

 

A conclusão que eu tiro disto é mesmo esta, é a que está todos os dias á frente dos meus olhos… Quando falta paciência, há dinheiro e, como não há paciência, nem vontade de educar, vamos lá calar as criancinhas! Porque assim elas não choram, mantêm-se silenciosas e, a vida permanece igual, como se elas não existissem. Desculpem se estou a dizer alguma mentira, mas é a minha mais singela opinião.

Quando tinha 13 anos o meu pai ofereceu-me um Gameboy amarelo, com um jogo do Pokémon, que tinha 14 ou 15 níveis para se jogar. O Gameboy passou para as mãos da minha irmã, anos mais tarde, quando ela fez 13 anos e, atenção… a minha irmã é 5 anos mais nova e, o Gameboy teve de chegar às mãos dela, para ela ter os mesmos direitos que eu.

 

A tecnologia invadiu as nossas casas. É verdade que útil, é muito mais prático e, muito mais rápido. Mas, felizmente, não sinto falta, nem de ter um smartphone, nem um Tablet e, muito menos, um iphone. O meu telemóvel serve perfeitamente e, o meu pesado computador portátil enche-me as medidas.

 

Sabem o que eu aprendo todos os dias? No dia que tiver um Tablet ou, um telemóvel todo xpto, sou um comum imortal e, vou ganhar vícios, como todas as pessoas ganham. Vou querer levá-lo comigo para todos os sítios, para as aulas, para a biblioteca, para a sala de estudo, para a faculdade. Não preciso dizer mais nada… Naturalmente que, em vez de estudar, vou estar a jogar candy crush e, a prometer a mim mesmo que é a última vez. Claro que, quando a aula estiver uma seca, porque o professor fala muito baixo e, a matéria é enfadonha, a minha vontade vai ser pegar no instrumento e, ir dar uma voltinha ao facebook e, ver o email. Tudo vai ser mais interessante que a aula, que os livros, que o professor. E, quando o professor começar a dar a matéria importante novamente, já nem sequer vou estar a ouvir e, vou continuar o que estou a fazer.

 

É tudo mais prático, é tudo muito útil, é tudo muito rápido… mas há muitos “mas”.

 

 

(imagem retirada da internet)

18
Dez12

5 coisas boas de 2012

mudadelinha
  • Comprei o meu portátil! Finalmente, andava há 4 anos para o fazer e, consegui-o agora. 
  • Comprei alguns livros, que me fazem brilhar os olhos só de olhar para eles: A Ilha Terera de Richard Zimler, a Trilogia Grey de E L James, No Teu Deserto e o Rio das Flores de Miguel Sousa Tavares, um da Nora Roberts(que não estou a recordar o nome dele) e mais alguns que me ofereceram.
  • Passei a comprar e a ler a revista Happy, que por mais insignificante que possa parecer, faz-me bem.
  • AAHH, deixei de trabalhar á noite! É uma coisa que por mais cómica que seja, é muito cansativo e, não era vida para mim. Prefiro como estou agora.
  • Mudei de quarto com a minha irmã. E esta última coisa tem as suas coisas boas e más, visto que o quarto é maior em tamanho, tem uma ecretária que me dá imenso jeito, tem mais um guarda-vestidos que me dá um jeitão, mas não tem tanta luz como o outro, porque não apanha sol, e disso eu tenho saudades. O meu outro quarto é a divisão mais quente da casa, mesmo durante o inverno. 

 

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