Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Coisas (des)Interessantes

Não penses que o mundo, a vida ou o tempo, te vão devolver alguma coisa daquilo que fazes. Nem tens de pensar isso sequer! Simplesmente faz!

Coisas (des)Interessantes

Não penses que o mundo, a vida ou o tempo, te vão devolver alguma coisa daquilo que fazes. Nem tens de pensar isso sequer! Simplesmente faz!

09
Ago17

Leituras e afins*

mudadelinha

Acabei ontem de ler "No meu mundo" de Jodi Picoult. Os efeitos do livro e do final ainda estão a produzir efeitos na minha cabeça,  ainda não parei de pensar no livro, pelo que sinto-me incapaz de escrever  uma opinião sobre ele para já. 

 

Por outro lado, venho contar um segredo. Admito que tenho este livro e outro do mesmo autor  (que não me lembro qual)  há mais de 6 anos na minha estante e que nunca o li porque tenho medo de me apaixonar pelo livro e de querer ler mais e mais. Mas, bem chegou o dia. Vou finalmente começar a ler "A sombra do vento" de Carlos Ruiz Zafón. Se me quiserem deixar alguma sugestão de livros deste autor, porque já li muita coisa. Já li que este é o melhor livro dele e que os outros não vão de encontro às expectativas. 

 

Bem... vamos lá! As saudades que eu já tinha de ler, e já tenho o próximo para ler. 

 

livros_digitais_-_donatas1205_Shutterstock.jpg

 (Retirada da internet)

 

12
Abr14

Comecei a ler...

mudadelinha

 

Sinopse:

De uma infância de escravidão no Tibete até ao êxito de uma carreira como cantora de world music no Reino Unido - passando pelo encontro com o Dalai Lama nas montanhas do Nepal -, este livro é um testemunho magnífico sobre a incessante busca da liberdade.
Filha do Tibete conta-nos a história de Soname Yangchen e da sua luta contra a adversidade, num país que se tornara violento e perigoso.
Nascida no campo, no seio de uma família nobre durante a ocupação chinesa, Soname acabou por ser levada como escrava para Lhasa onde viveu uma infância difícil, longe da sua família e do mundo que sempre conhecera e amara. Com apenas dezasseis anos, e enfrentando perigos de que nem ela própria suspeitava, iniciou uma fuga para a liberdade.
Atravessando os Himalaias a pé, conseguiu chegar a Dharamsala, onde o Dalai Lama vivia exilado e onde o conseguiu, finalmente, conhecer.
Mas, mesmo tendo conseguido fugir do Tibete, a vida continuou a não lhe ser fácil e na Índia, país que agora a acolhia, deparou-se com novos perigos e complicações, tendo sido forçada a abandonar a filha que entretanto teve por, pura e simplesmente, não ter como a sustentar. Dona de uma persistência inquebrantável e de um profundo sentimento espiritual que nunca a abandonou, Soname faz amigos - bons amigos - com grande facilidade. Será graças a eles e à sua própria capacidade de trabalho e de fé verdadeiramente invulgar que conseguirá conquistar uma educação que sempre lhe fora negada e ligações na Europa que lhe permitirão vir para Inglaterra, onde acabará por casar com um inglês.
O seu talento para o canto foi descoberto por mero acaso quando, no copo-de-água de um casamento de amigos, cantou em honra dos noivos uma música tradicional tibetana, sem saber que um músico famoso, membro do grupo punk Sex Pistols, estava entre os convidados. A partir daí, a voz de Soname seguirá o seu caminho até ao reconhecimento do meio da world music e não só: uma vez mais à custa de muito trabalho e persistência, a cantora irá, participando em espectáculos, gravando discos, criando novas canções. Tudo isto enquanto trabalha em part-time a fazer limpezas.
Agora que as maiores salas de espectáculo do Reino Unido já se renderam à sua voz e à sua presença, que o agente da cantora Björk já a levou à Islândia em digressão e os seus discos passam nas rádios, a preocupação de Soname é, ainda e sempre encontrar a sua filha, que conseguiu finalmente reencontrar já adolescente e que espera possa querer vir a viver com ela em Inglaterra.
Soname é uma mulher notável, divertida e voluntariosa. A sua história é de uma imensa força, coragem e, acima de tudo, de um espírito livre, indomável.
17
Mar13

Inspira-me e o gosto pela leitura!

mudadelinha

Eu não sou muito de falar do que leio, ou do que deixo de ler. Não sou de fazer críticas literárias, nem nada semelhante, porque não tenho posição, nem cultura para o fazer, apesar de adorar ler. Penso que cada um tem os seus gostos, o seu estilo de leitura, escritores preferidos e, escritores que não gosta tanto. Para fugir um bocadinho a isso, opto por falar "nisto" apenas quando me apetece, por uma questão de respeito pelos gostos e preferências de todos.´

 

Adoro ler desde que me lembro. Há livros que ainda estão na minha posse, que foram os primeiros que li e, lembro-me de a minha mãe e, o meu pai me lerem á noite, quando era pequena. Desde que entrei na escola primária, eles levavam-me todos os anos á Feira do Livro, no Porto, que se realiza no Palácio de Cristal (agora não me recordo com precisão a data, mas penso que seja no mês de Maio/Junho, salvo erro). Lembro-me de comprar livros sobre golfinhos, sobre borboletas e, sobre cães. Vinha encantada para casa, aquele dia fazia-me feliz o resto do ano. Na Páscoa, no Natal, no meu aniversário, a família mais próxima enchia-me de livros, de bonecos, daqueles com relevo, tudo e mais alguma coisa. Desde que me lembro, sempre fui uma apaixonada por livros! Lembro-me de ler Uma Aventura, Os Cinco, Os Sete, O Colégio das Quatro Torres, As Gémeas e, muitos outros que não me recordo com toda a certeza dos seus títulos e autores. 


Ao longo dos anos, fui-me apercebendo que a leitura, os livros, eram um refúgio na minha vida. Entrava naquele mundo e, não queria sair, porque ali era onde me sentia bem, com aqueles "amigos". As personagens entravam, de tal maneira na minha vida, que fizeram de mim o que sou. Dentro do meu coração guardo, com todo o carinho, todas as personagens, todos os valores que os livros me incutiram. Quando entrei na escola básica, no 5º ano, começei a gostar de ser eu a escolher os meus livros. Entrava na biblioteca, durante os intervalos e todas as semanas trazia um livro para casa. Adorava a colecção "Viagens no Tempo", da dupla Isabel Alçada/Ana Magalhães e, foram talvez os livros que mais interesse me despertaram. Posso destacar "O Ano da Peste Negra", "A Descoberta do Brasil", "Viagem á índia", entre muitos da mesma colecção. Esta colecção despertou-me, ainda, o interesse pela história. Claro que os professores, ao longo dos anos, ajudaram nesta caminhada e, felizmente, tive excelentes professores de português e, de história, que me ajudavam a descobrir os meus interesses literários e, a procurá-los.


Não posso dizer que, nos dias que correm, leio todos os dias. Mas, posso dizer que sinto falta disso e, que sempre que o faço, são os minutos mais importantes do meu dia. Continuo a ser apaixonada por livros, gosto de falar "em voz alta" sobre isso, respeito gostos e preferências, porque eu tenho os meus e, não gosto de ser criticada. Continuo a entrar no mundo que o livro tem para me oferecer, a apaixonar-me por cada personagem, a ficar com um pedacinho dela, porque cada livro me ensina uma lição de vida! E, por esta e, muitas mais razões que não são explicáveis, agradeço a cada livro que faz parte da minha vida e, do meu coração, porque eles são meus amigos, são os meus melhores amigos. Absorvem os meus problemas e, as minhas fustrações, as minhas alegrias e tristezas. E mais que isso, permanecem! Posso afirmar e, com alguma certeza, que muita da falta de educação que se assiste, hoje em dia, por parte de crianças e pré-adolescentes, na rua, na escola, nos supermercados, se deve muito á falta de livros. Os livros preparam-me enquanto pessoa, fizeram-me crescer e, amadurecer. E, é isto que sinto, sempre que acabo de ler um livro, que ele me ensinou alguma coisa!


Posso dizer que, ao longo dos anos, vários livros me despertaram interesse, mas os principais foram (não consigo escolher só um):

O Ano da Peste Negra, de Isabel Alçada e Ana Maria Magalhães;

Momentos Inesquecíveis, Diário da Nossa Paixão, de Nicholas Sparks;

Três Semanas com o Meu Irmão, de Nicholas e Micah Sparks;

O Principezinho, de  Antoine De Saint-Exupéry;

Triologia "O Ceptro de Aerzis", de Inês Botelho;



 

 

 

Sigam-me noutro sítio

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D